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Faltam anti-contracepcionais no município de Bolongongo

O Hospital Municipal de Bolongongo, província do Cuanza Norte, está, desde Maio último, sem pílulas contraceptivas para facilitar a efectuação do planeamento familiar, lamentou ontem o responsável da área da maternidade daquela unidade sanitária.

Número de grávidas pode aumentar na região
Fotografia: Benjamim Cândido


Adriano Manuel Cole afirmou que a administração municipal tem vindo a envidar esforços no sentido de suprir esta carência. Enquanto isso, avançou que a solução tem sido encaminhar as mulheres para outras unidades com disponibilidade de tais fármacos.
O responsável explicou que o planeamento familiar é um conjunto de acções que auxilia homens e mulheres a projectarem o nascimento dos filhos e também a prevenirem uma gravidez indesejada.
A pílula, esclareceu, além de proteger contra uma gravidez não desejada, torna os períodos menstruais mais regulares, reduz os incómodos pré-menstruais, dores e cólicas durante a menstruação, tendo como efeitos colaterais possíveis sangramentos, entre menstruações, e dores de cabeça. />Noutro capítulo, a área da maternidade do Hospital Municipal de Bolongongo vacinou 124 mulheres grávidas contra o tétano, no primeiro semestre, contra 95 de igual período do ano anterior. Adriano Manuel Cole referiu que 44 mulheres foram atendidas pela primeira vez e 80 já recebem assistência clínica de forma regular.
Afirmou que a secção tem realizado palestras, com o objectivo de esclarecer as gestantes sobre a importância da vacina contra o tétano e do cumprimento das doses de vacina, por forma a não porem em risco a sua vida e a do próprio bebé.
Adriano Cole sublinhou que continuam a trabalhar de forma contínua na mobilização e sensibilização das mulheres das comunidades, para que estas adiram aos serviços de vacinação.

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