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Famílias de camponeses aumentam área cultivada

Marcelo Manuel | Ndalatando

O secretário provincial da Associação dos Camponeses de Angola (UNACA) no Kwanza-Norte, João Miguel, afirmou em Ndalatando que a campanha agrícola 2012/213 conta com a participação directa de 75 mil famílias, que prevêem cultivar 96 mil hectares, dos quais cinco mil de forma mecanizada.

Responsáveis da agricultura prevêem boas colheitas caso chova com regularidade
Fotografia: Jornal de Angola

O secretário provincial da Associação dos Camponeses de Angola (UNACA) no Kwanza-Norte, João Miguel, afirmou em Ndalatando que a campanha agrícola 2012/213 conta com a participação directa de 75 mil famílias, que prevêem cultivar 96 mil hectares, dos quais cinco mil de forma mecanizada.
João Miguel disse que o processo vai de igual modo envolver cerca de 100 cooperativas e 500 associações de camponeses.
O secretário revelou que o valor da mecanização por hectare ronda entre 25 e 30 mil kwanzas, tendo em conta as condições do terreno.
 Os valores em causa incluem trabalhos de charrua, planagem e a disposição da terra em pequenas elevações para a sementeira (o camalhão), vulgarmente conhecido pela população local como “mibanga”. />O  secretário provincial da Associação dos Camponeses de Angola (UNACA) no Kwanza-Norte frisou que caso haja chuvas com regularidade prevê-se, até finais da campanha, uma produção de dois milhões de toneladas de produtos diversos, ao contrário das mil toneladas colhidas o ano passado, tidas como as piores dos últimos dez anos, devido à estiagem.
João Miguel revelou que, das 500 associações de camponeses existentes na província, 20 já beneficiaram do crédito agrícola, para poderem aumentar a produção, no âmbito do programa do Executivo de combate à pobreza. O  secretário da UNACA disse que estão a ser criadas condições para o rápido escoamento dos produtos do campo para a cidade.

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