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Formação profissional começa a dar resultados

André Brandão | Ndalatando

Um total de 271 jovens concluiu no fim-de-semana, em Ndalatando, província do Kwanza-Norte, cursos de formação profissional nas áreas de refrigeração, corte e costura, carpintaria, electricidade de baixa tensão, serralharia, informática, alvenaria, canalização e decoração.

Um total de 271 jovens concluiu no fim-de-semana, em Ndalatando, província do Kwanza-Norte, cursos de formação profissional nas áreas de refrigeração, corte e costura, carpintaria, electricidade de baixa tensão, serralharia, informática, alvenaria, canalização e decoração.
Os cursos, que tiveram a duração de nove meses, foram ministrados no centro profissional itinerante de Ndalatando e no pavilhão de artes e ofícios do Cazengo, agregados ao Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional.
O vice-governador provincial do Kwanza-Norte para a Esfera Económica, Manuel da Silva, considerou positiva a formação profissional dos jovens.
“A formação de jovens para o mercado de emprego na província do Kwanza-Norte  já se tornou uma rotina. Durante nove meses, os centros de formação profissional capacitam homens e mulheres que vão ajudar Angola a crescer”, reforçou Manuel da Silva.
Segundo o vice-governador do Kwanza-Norte para a Esfera Económica, o mercado de trabalho em Angola tornou-se cada vez mais exigente, porque o país está apostado no crescimento e no desenvolvimento sócio-económico.

Mercado de trabalho

Manuel da Silva apelou à classe empresarial do Kwanza-Norte para enquadrar essa força de trabalho qualificada, de modo a porem em prática os conhecimentos adquiridos durante a formação. O director provincial da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, Pedro Fula, sublinhou que os formandos estão em condições para criar associações de arte e ofícios ou mesmo pequenos negócios, para a satisfação dos seus interesses sócio-económicos.
Segundo Pedro Fula, os centros de formação estão a dotar os jovens com técnicas capazes de contribuir para a reconstrução nacional, assim como para a redução do índice de delinquência entre a juventude.

Formados aplaudem

Elisabete Cadete, que falava em nome dos formados, disse que o curso permite-lhes desempenhar as suas actividades na reconstrução do país com técnicas apuradas.  
A partir de agora, frisou, constituem mão-de-obra qualificada para corresponder aos interesses das empresas, evitando o recurso a especialistas fora da província, que implica despesas suplementares.
O formador do curso de serrilharia, João Pascoal, que trabalha no centro profissional de Ndalatando há cerca de 16 anos, garantiu que os cursos foram bem ministrados, dentro do plano traçado.
Até Junho último, foram criadas 40 micro-empresas, das quais 15 no município de Cazengo, 12 em Cambambe-Dondo, sete em Ambaca, três em Samba-Cajú, duas no Golungo Alto e uma no Kikulungo.
As referidas micro-empresas geraram 131 novos postos de trabalho, sendo 54 no Cazengo, 39 em Cambambe-Dondo, 20 em Ambaca, 12 em Samba-Cajú e quatro no Golungo Alto e Kikulungo, segundo um documento da direcção local da Administração Pública .

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