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Governador satisfeito com a construção da nova centralidade urbana do Cazengo

Silvino Fortunato| Ndalatando

O governador da província do Kwanza Norte elogiou, na quarta-feira, ao Jornal de Angola, a iniciativa do Executivo de promover a construção, em Ndalatando, da uma centralidade urbana com quatro mil fogos.

Governador provincial do Kwanza-Norte Henrique Júnior considera que nova centralidade do Cazengo relança a cidade de Ndalatando
Fotografia: Silvino Fortunato| Ndalatando

O governador da província do Kwanza Norte elogiou, na quarta-feira, ao Jornal de Angola, a iniciativa do Executivo de promover a construção, em Ndalatando, da uma centralidade urbana com quatro mil fogos.
Henrique Júnior lembrou que a primeira prospecção para a edificação da nova centralidade começou a dia 3 e foi feita por técnicos da Sonangol Imobiliária e da empresa China Internacional Trust and Investment Corporation.
Os fogos habitacionais e outros imóveis da centralidade vão ocupar 400 hectares na região do Catome de Baixa, a sul da cidade de Ndalatando.
O vice-governador do Kwanza Norte para os Serviços Técnicos e Infra-Estruturas, Arlindo Lidador, garantiu que o início da construção dos fogos vai ter como ponto de partida outro levantamento técnico para a realização de um estudo mais aprofundado dos solos e da viabilidade do fornecimento de água e energia.
Parte do projecto vai ser construído num espaço, anteriormente preparado pelo governo provincial "para atender ao Plano de autoconstrução dirigida", com 210 hectares para a construção de fogos habitacionais.
O plano anterior previa a construção de 2.826 fogos, em 27 quarteirões, 59 quarteirões para 115 recintos desportivos, 116 para estabelecimentos hoteleiros, 127 para escolas, 128 para hospitais e 108 para cooperativas e outros serviços.
O programa foi aprovado e apresentado aos munícipes, no âmbito da autoconstrução dirigida, sendo agora prioritário o lançamento da nova centralidade.
O governo provincial, avisou, pensa remover as casas erguidas, durante a guerra, nas reservas do Estado, nos arredores da cidade de Ndalatando, mas pretende antes disso, encontrar espaços e condições adequadas para o realojamento das pessoas.

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