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Governo do Kwanza-Norte forma os gestores públicos

Kátia Ramos | Ndalatando

O Instituto de Formação de Administração Local (IFAL)  e o governo do Kwanza-Norte assinaram a semana passada em Ndalatando um acordo de cooperação bilateral.

População passa a ser melhor atendida
Fotografia: Jornal de Angola

O Instituto de Formação de Administração Local (IFAL)  e o governo do Kwanza-Norte assinaram a semana passada em Ndalatando um acordo de cooperação bilateral.
O acordo prevê o apoio de material logístico e formadores, para a capacitação dos quadros e técnicos das administrações locais, com o objectivo de melhorar o desempenho das administrações municipais.
A assinatura do memorando aconteceu na sala de conferências da sede provincial do governo, presenciada pelo vice-governador do Kwanza-Norte para o sector Político e Social, José Alberto Kipungo, em companhia do director adjunto do IFAL, João da Piedade.
O responsável do IFAL avançou que, no quadro das suas atribuicões, a instituição definiu uma estratégeia dinâmica do ponto de vista da formação e capacitação dos funcionários públicos das administrações locais do Estado.
João da Piedade frisou que a formulação desta estratégia decorre do facto de se ter constatado algumas deficiências nos funcionários das administrações locais, principalmente nos aspectos administrativos, como o caso da prática de secretariado, documentação e arquivos, liderança, gestão, recursos humanos, fiscalização de mercados, elaboração dos contratos administrativos, protocolo de relações públicas e informática.
Na sua opinião, a capacitação e formação das administrações deve ser dinâmico e as responsabilidades devem ser repartidas entre os governos provinciais e o IFAL, para além das administrações locais, que são os principais beneficiados.
“As responsabilidades devem ser repartidas do ponto de vista logístico, técnico e mesmo financeiro, com os encargos aos formadores que se deslocam aos municípios”, referiu. O responsável revelou que o IFAL também forma e capacita agentes e funcionários da administração local, com categoria académica de nível médio regular, com o objectivo de ajudar no rejuvenescimento das administrações municipais. João da Piedade sublinhou que, durante o acto de matrícula, o aluno escolhe de livre vontade um município onde queira trabalhar após os quatro anos de formação. Para tal, é-lhe exigido um termo de compromisso, testemunhado pela entidade municipal onde no futuro funciona.

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