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Habitação para jovens com bom andamento

O director nacional da Juventude, Cardoso José, manifestou ontem, em Ndalatando, a sua satisfação com o andamento das obras de construção de 100 residências para jovens, no quadro do programa “Angola Jovem”.

As casas do projecto Angola Jovem erguidas na área de Catome de Baixo na cidade de Ndalatando compreendem residências do tipo T2
Fotografia: Mota Ambrósio

O director nacional da Juventude, Cardoso José, manifestou ontem, em Ndalatando, a sua satisfação com o andamento das obras de construção de 100 residências para jovens, no quadro do programa “Angola Jovem”.
Em declarações à imprensa, no fim de uma visita à região, Cardoso José disse que a sua deslocação ao Kwanza-Norte serviu para observar o grau de execução das obras de construção das casas sociais para a juventude e verificar os moldes de selecção dos candidatos a habitação.
Das 100 casas previstas no programa, na primeira fase da obra, foram apenas concluídas 45, facto que o director nacional da Juventude atribuiu a “constrangimentos de ordem técnica e financeira”.
As casas foram erguidas na área do Catome de Baixo, em Ndalatando, e compreendem residências do tipo T2, cada uma à venda ao preço de 40 mil dólares.
Na província do Kwanza-Norte foi criada uma comissão encabeçada por um vice-governador e integrada por membros do Governo e técnicos do Banco de Poupança e Crédito (BPC), com vista ao êxito do projecto. A comissão já seleccionou um total de 60 candidatos, num universo de 105 processos recebidos. Os candidatos devem ter entre 25 e 35 anos de idade, ser residentes e exercer actividade remunerada que permita pagar o custo da casa.
“Para além destes requisitos, os candidatos devem ter capacidade económica para liquidar 10 por cento da primeira prestação do crédito à habitação, devendo o restante montante ser pago num prazo de 15 a 20 anos, mediante recurso ao crédito por via do banco BPC”, indicou o director nacional da Juventude. Os jovens que não forem seleccionados por incapacidade financeira podem ser contemplados no quadro do programa do governo de auto-construção dirigida.
Cardoso José considerou que “estão a ser cumpridos os pressupostos para a selecção dos candidatos à aquisição” das casas e sublinhou que o “processo é transparente e inclusivo”.

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