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Hospital provincial com escassez de sangue

Kátia Ramos| Ndalatando

O hospital provincial do Kwanza-Norte regista uma escassez de sangue para atender os vários casos de transfusão, em maioria ligados a acidentes de viação, revelou no sábado, em Ndalatando, o chefe dos Serviços da Hemoterapia daquela unidade clínica.

Um grupo de jovens da Igreja Metodista efectuou uma doação ao hospital províncial
Fotografia: Nilo Mateus |

O hospital provincial do Kwanza-Norte regista uma escassez de sangue para atender os vários casos de transfusão, em maioria ligados a acidentes de viação, revelou no sábado, em Ndalatando, o chefe dos Serviços da Hemoterapia daquela unidade clínica.
Osvaldo Pires Afonso salientou que o hospital tem feito uma grande luta para conseguir sangue, uma vez que o estabelecimento conta apenas com cinco jovens dadores regulares.
Além destes dadores permanentes, disse o responsável, o hospital recebe, algumas vezes, doações de membros da JMPLA e de igrejas cristãs, insuficientes para atender às necessidades.
Fruto da situação que os serviços de hemoterapia vivem, Osvaldo Afonso disse que os familiares de pacientes e os técnicos da maior unidade sanitária da província fazem enormes sacrifícios para conseguir salvar vidas.
Os técnicos realizam campanhas de sensibilização regulares através dos meios de comunicação social locais. O responsável disse que, para dar resposta aos casos que ali chegam, os Serviços de Hemoterapia do hospital precisam de ter armazenados cerca de 300 mililitros de sangue, que é a média necessária por cada mês.

Doação de jovens religiosos


Para minimizar a carência de sangue a nível da unidade clínica, um grupo de dez jovens da Igreja Metodista Unida procedeu uma doação ao hospital provincial do Kwanza-Norte.O responsável juvenil daquela agremiação religiosa, António clemente Ferreira, disse que a iniciativa, a segunda realizada este ano, se enquadra nas comemorações do 74º aniversário da capela local da Igreja Metodista Unida.
No âmbito das festividades da igreja, o grupo de jovens está a cumprir um programa de actividades, durante oito dias, em que constam ainda várias palestras, cultos matinais de orações, consertos musicais e um almoço de confraternização, que acontece na unidade penitenciária de Kwanza-Norte.

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