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Instituto de Saúde processado por calote

André Brandão | Ndalatando

O Instituto Médio de Saúde (IMS) "Arminda Faria", situado em Ndalatando, província do Cuanza-Norte, vai responder em tribunal devido a falta cometidas por várias empresas, que prestaram serviços e forneceram materiais.

Fotografia: DR

As empresas que apresentaram queixa reclamam uma dívida de 500 milhões de kwanzas, segundo a directora do Instituto, Maria Futi.
“Não temos como pagar a dívida, por enquanto, porque a nossa  instituição é orçamentada pelo Governo Provincial, que disponibiliza apenas valores para as despesas correntes, entre 500 mil a dois milhões de kwanzas por mês. Portanto, temos recebido uma quantia  insuficiente para suportar as  ne-cessidades da escola”.
O director do Gabinete Provincial de Estudos, Planeamento e Estatísticas, Ednildo Teixeira, disse que o governo local recebe Ordens de Saque para pagamentos de despesas das unidades orçamentadas, “um valor irrisório de 20 a 30 milhões mensais para  gastos de serviços e bens”.
“É preciso notar que, para o pagamento de algumas dívidas, o antigo governador provincial, José Maria dos Santos, solicitou ao ministro das Finanças um reforço orçamental de 55 milhões de kwanzas. Ficou decidido que a cota seria atribuída em duas parcelas: a primeira, de 25 milhões já foi paga, falta a segunda, de 30 milhões, daí a razão de não  satisfazermos na totalidade as unidades orçamentadas”.

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