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Moradias são edificadas em Ndalatando

Manuel Fontoura | Ndalatando

A localidade de Camuaxi, nos arredores de Ndalatando, vai passar a dispor de 694 novas habitações, dentro de quatro anos, inseridas no Plano Nacional de Fomento Habitacional.

Fotografia: JA Arquivo

A primeira pedra para construção do projecto foi colocada na quinta-feira, pelo governador Henrique André Júnior, num acto a que assistiram membros do Governo do Cuanza Norte, população e convidados. A ser levado a cabo por uma empresa chinesa, numa área de 52 hectares, em cinco fases, a empreitada vai construir, numa primeira etapa, 50 moradias T2 e T3 em unidades isoladas e T3 geminadas, juntando-se a isso a urbanização da área, ruas asfaltadas, passeios, energia e água, obras orçadas em 325 milhões de kwanzas.
Dentro dos próximos quatro anos, vão ser construídas, no total, 104 casas T3 isoladas, 320 T3 geminadas e 270 T2 em unidade isolada. As habitações vão acolher cerca de cinco mil habitantes, podendo este número ser aumentado em função do crescimento do mesmo.
De acordo com o administrador da empresa encarregada pela concepção do projecto, Apricaject e Planos, Jorge Maleca Carlos, as obras da primeira fase vão decorrer num período de 15 meses e contemplam edifícios até quatros pisos, incluindo igualmente serviços da administração, esquadra policial, bombeiros, comércio, bancos, escolas do primeiro e segundo ciclos, creches e parque de lazer.
Adiantou que a nova urbanização de Camuaxi vai contar com equipamentos religiosos, Centro Comercial, sistema de tratamento e distribuição de água e postos de transformação de corrente eléctrica.  O governador do Cuanza Norte espera que a construção destas habitações decorra sem sobressaltos e que a empresa encarregada pelos trabalhos cumpra os prazos previstos contratualmente.
De acordo com o governador, o projecto deriva do facto de em Ndalatando haver grande falta de espaço para construção de habitações, pelo que não tem sido fácil encontrarem-se terrenos para a expansão da cidade, devido à configuração geográfica da mesma.
Henrique Júnior referiu que projectos idênticos podem igualmente surgir nos demais municípios, principalmente nas cidades e vilas mais populosas, a exemplo dos cem fogos dos 200 previstos, em fase de conclusão em todas as sedes municipais.

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