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Mulheres polícias defendem ajuda às vítimas

André Brandão | Ndalatando

A presidente da Associação de Apoio à Mulher Polícia em Angola (AAMPA) disse, em Ndalatando, no Cuanza Norte, ser preocupante a forma como são resolvidos os casos de violência doméstica, que envolvem efectivos da Polícia Nacional.

Vista parcial da cidade de Ndalatando onde decorrem várias acções de combate à violência

Elisa Dias lamentou que “a muitos efectivos da Polícia Nacional, principalmente homens, ainda falte sensibilidade e consciência” para lidar com as vítimas de violência doméstica que aparecem nas esquadras. A violência doméstica em Angola, referiu, atinge proporções alarmantes, causam a destabilização de muitas famílias e afectando principalmente mulheres e crianças. A AAMPA no Cuanza-Norte tem cerca de 300 associadas distribuídas por todos os comandos municipais e demais órgãos do Ministério do Interior. A Associação de Apoio à Mulher Polícia em Angola tem vindo a realizar  nos últimos meses campanhas contra a violência doméstica.

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