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Município sem registo de óbitos por malária

Um total de 8.809 casos de malária foi diagnosticado pelas autoridades sanitárias do município de Golungo Alto, na província do Kwanza-Norte, durante o primeiro semestre do ano em curso, mas sem qualquer óbito em consequência da patologia.

A vila do Golungo Alto e a comuna de Cambondo são as zonas mais endémicas da região
Fotografia: Lourenço Bule

O supervisor municipal do programa de combate à malária, Gervásio Zacarias, referiu à Angop que os dados semestrais apontam para um aumento de 506 diagnósticos em relação a igual período de 2012, altura em que notificados dois óbitos.
A vila de Golungo Alto e os bairros Kiaposse, Beta e Balão, todos na periferia da sede municipal, assim como a comuna de Cambondo, são as zonas mais endémicas da região. O sector da saúde tem realizado em todo o município campanhas de sensibilização junto das populações sobre os cuidados e métodos de prevenção da doença, como o uso adequado dos mosquiteiros, construção de aterros sanitários nas comunidades, eliminação dos charcos de águas e manutenção da higiene nas aldeias.
No combate ao paludismo, os serviços locais de saúde têm trabalhado em parceria com a ONG World Vision, que dedica as atenções à formação dos técnicos, e com a cooperação cubana, na luta anti-larval e na desinfecção dos charcos e lagoas, nas comunidades.

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