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Ngonguembo tem novos postos de saúde

Manuel Fontoura | Ndalatando

As localidades de Mussusso Cafuta, Velho Yango, Lundo, e as sedes comunais de Camame e Cavunga, no município do Ngonguembo, província do Kwanza-Norte, passaram a dispor de postos de saúde.

A população do interior do município do Ngonguembo deixa de percorrer longas distâncias à procura de assistência médica e medicamentosa
Fotografia: Jornal de Angola

As localidades de Mussusso Cafuta, Velho Yango, Lundo, e as sedes comunais de Camame e Cavunga, no município do Ngonguembo, província do Kwanza-Norte, passaram a dispor de postos de saúde.
De acordo com o administrador municipal, Mateus Garcia, além dos seis novos postos de saúde, foi ainda reabilitado e apetrechado o hospital municipal, com equipamentos e fármacos diversos.
O município do Ngonguembo dispõe também de uma maternidade, de um centro materno infantil e de um depósito de medicamentos, incluindo uma sala de partos na sede da comuna de Cavunga.
No sector da Educação, o município possui escolas do primeiro ciclo e do ensino primário em todas as localidades e bairros. No ano passado, a administração municipal construiu uma escola do segundo ciclo com oito salas, incluindo uma sala de informática e uma biblioteca, que vai ser apetrechada ainda este ano.
Relativamente ao sistema de distribuição de energia no município, a região é abastecida por grupos geradores de 135 KVA.
A população residente nas comunas de Camame e Cavunga recebem igualmente corrente eléctrica proveniente de grupos geradores de 135 KVA.
Segundo Mateus Garcia, o que mais preocupa as autoridades locais é a substituição da rede eléctrica da sede do município, por se encontrar obsoleta. Outro problema que a localidade vive reside na dificuldade de transportar combustível a partir de Ndalatando ou do Golungo Alto, principalmente no tempo chuvoso, devido à situação crítica em que se encontra a via de acesso, segundo o administrador.
“O problema da iluminação pública fica ainda mais afectado devido às dificuldades que encontramos no transporte de combustível a partir de Ndalatando ou mesmo do Golungo Alto, principalmente no tempo chuvoso devido à situação crítica em que se encontra o troço”, frisou Mateus Garcia.
Em contrapartida, o problema da água deixou de ser problema de há um tempo a esta parte, embora a questão da distribuição deva ser melhorada ainda este ano.
Segundo o administrador municipal de Ngonguembo, a localidade melhorou de imagem devido à construção de várias infra-estruturas de impacto social. “Hoje, temos uma escola do segundo ciclo construída de raiz, temos água potável e vemos muitas obras a surgirem no município. Posso dizer que são sinais positivos de desenvolvimento da região de Quilombo dos Dembos”, disse o administrador.
Mateus Garcia afirmou estarem em construção na região outras infra-estruturas, como é o caso da administração municipal, comando municipal da Polícia Nacional e do futuro Palácio. Consta ainda do programa, a construção de uma casa protocolar, residências para o administrador municipal adjunto, do comandante municipal da Polícia Nacional e também para o adjunto. A comuna de Camame, segundo Mateus Garcia,  vai ter em breve um Centro Médico, totalmente apetrechado com meios técnicos.
Das 200 casas programadas para serem erguidas na localidade, 36 já se encontram totalmente acabadas.
O município, frisou o administrador de Ngonguenbo, dispõe de um mercado precário, carecendo de tudo um pouco, desde o alargamento da rede comercial, serviços de hoteleira e turismo e outros de prestação de serviços, como padaria, recauchutagem e agências de gás de cozinha. O município de Ngonguembo, acrescentou, fica a 100 quilómetros a Norte da cidade de Ndalatando, capital da província do Kwanza-Norte.

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