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Obras de unidades hoteleiras estão paralisadas

Manuel Fontoura | Ndalatando

A directora provincial do Comércio, Turismo e Hotelaria disse, ao Jornal de Angola, estar preocupada com a interrupção da construção de três unidades hoteleiras em Ndalatando, uma no Golungo-Alto e outra em Ambaca, com 220 quartos no total
Conceição Garrido afirmou que as obras destes hotéis deviam ter terminado “há bastante tempo” e que desconhece as causas da paralisação dos trabalhos.

Máquinas paradas e material de construção abandonado é o cenário que se vive na região
Fotografia: Nilo Mateus | Ndalatando

A directora provincial do Comércio, Turismo e Hotelaria disse, ao Jornal de Angola, estar preocupada com a interrupção da construção de três unidades hoteleiras em Ndalatando, uma no Golungo-Alto e outra em Ambaca, com 220 quartos no total
Conceição Garrido afirmou que as obras destes hotéis deviam ter terminado “há bastante tempo” e que desconhece as causas da paralisação dos trabalhos.
No Kwanza-Norte, referiu, há cer­ca de 50 unidades hoteleiras, mas muitas delas funcionam a “meio-gás” por os proprietários não terem condições financeiras para melhorar os serviços.
“Temos tentado que a banca ajude estas pessoas, mas os empresários, mesmo quando não têm condições, recusam associar-se a alguém para a dinamização dos seus serviços”, declarou.
A direcção provincial do Comércio, Turismo e Hotelaria, disse, recebe com frequência reclamações dos clientes quanto à qualidade de prestação de serviço e à higiene em restaurantes, hotéis e hospedarias.
A directora provincial lamentou que nem todas unidades hoteleiras e restaurantes disponham das condições desejadas e referiu que a fiscalização tem detectado muitas irregularidades, entre as quais a falta de higiene.
A direcção do Comércio, Turismo e Hotelaria, revelou, vai divulgar, em breve, uma lista das unidades hoteleiras e restaurantes que, por falta de condições higiénicas e de instalações, devem encerrar.  A directora provincial declarou ser importante que se criem armazéns de bens de primeira necessidade nos municípios para facilitarem a aquisição de produtos por parte dos lojistas. Os comerciantes e outros empresários, disse, têm participado em quase todos os municípios em acções de formação sobre gestão de negócios e organização de projectos para poderem terem apoio dos bancos.
A cidade de Ndalatando dispõe, a partir de Julho, anunciou, um no­vo mercado informal, construído nas imediações do bairro Catome de Cima, com capacidade para mil vendedores.
O mercado vai ter de duas unidades bancárias, creche, restaurante, posto médico, área para venda de artesanato, 250 bancas, cozinhas, balneários e área administrativa.

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