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Pedida uma maior aposta na produção de alimentos

A administradora do município do Golungo Alto, província do Cuanza Norte, exortou ontem as mulheres a reforçarem a luta pelo desenvolvimento socioeconómico da localidade, investindo na agricultura em grande escala e na sua formação académica.

Teresa da Costa, que falava por ocasião do 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, destacou o papel desempenhado pela mulher como esposa, mãe, irmã, professora, enfermeira, amiga, colega e conselheira nos momentos difíceis da vida.
A responsável salientou que a mulher angolana tem dado um salto qualitativo e exercido um papel interactivo a nível social e político, tendo realçado a influência legislativa da mesma em questões de natureza jurídica, como a protecção e a igualdade do género.
Aconselhou ainda as mulheres a dedicarem-se ao companheirismo com os filhos e o marido, para a unidade e felicidade das famílias.

Dever patriótico

Teresa da Costa instou os cidadãos maiores de 18 anos de idade, que até ao momento ainda não se registaram nem actualizaram os seus dados eleitorais, a dirigirem-se aos postos e cumprirem com este dever cívico, patriótico e obrigatório que permitirá aos angolanos exercerem o direito de voto nas próximas eleições gerais, previstas para  Agosto próximo. A directora municipal da Família e Promoção da Mulher do Golungo Alto, Luzia António Mitange, disse que a importância desta franja da sociedade no desenvolvimento socioeconómico da sociedade já não é um tema apenas teórico, ou uma discussão meramente intelectual, mas um facto que une as mulheres de todo o mundo.
A directora municipal  da Família e Promoção da Mulher considerou que as senhoras actualmente contribui activamente em todos os sectores de actividade, lado-a-lado com os homens, buscando uma igualdade baseada no respeito e reconhecimento.

Contribuição da mulher

Luzia António Mitange salientou que a contribuição da mulher é indispensável para que exista uma sociedade sustentável, a julgar pela sua participação como empresária, nos órgãos de decisões, como trabalhadora e líder.
A responsável considerou que para muitas mulheres, este reconhecimento e valorização das suas capacidades faz parte do seu dia a dia, mas para a maioria delas trata-se de um problema grave e sério, martirizante e psicologicamente debilitante.

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