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Plano sanitário implementado na província

Manuel Fontoura| Ndalatando

 No Cuanza Norte são desenvolvidos este ano, no âmbito do Programa de Municipalização dos Serviços de Saúde, 17 projectos inseridos no Plano Sanitário de Desenvolvimento, anunciou o director provincial do sector.

 Manuel Varela, disse o que o objectivo é melhorar a assistência médica e medicamentosa e que por isso município delineou um programa em função das necessidades, alguns dos quais já em curso.
O plano referente ao quinquénio 2012/2017 inclui acções ligadas ao desenvolvimento dos projectos, recursos humanos, programas de combate as grandes endemias, formação técnica, recuperação e reabilitação de infra-estruturas sanitárias.
Quanto ao plano Sanitário de Desenvolvimento, declarou, estão reservados projectos de âmbito nacional, provincial e municipal.Em cada município, referiu, foram seleccionados entre 15 a 20 projectos, consoante as prioridades que cada um deles.A malária continuava a ser no Cuanza Norte até ao ano passado a doenças com mais casos registados seguida das diarreicas e respiratórias agudas, tuberculose e cegueira dos rios.
Para prevenir a propagação das doenças, têm sido realizadas acções de formação de quadros. Sobre a descentralização das verbas previstas em 2010, Manuel Varela, lembrou que realizadas mais de 70 por cento das acções programadas e elaborados planos sanitários municipais que são “um guia de orientação” para promover e monitorizar todas as acções.

Falta de quadros

O Cuanza Norte que tem apenas 85 médicos precisa de mais 70, principalmente nas áreas de cardiologia, neurologia e urologia, para poder a total cobertura a rede sanitária. São terapeutas nas especialidades de cardiologia, neurologia e urologia.ManueVarela disse que noutras especialidades, nas quais há médicos, têm de ser reforçadas, sobretudo as de ortopedia devido ao elevado número de vítimas de acidentes  de viação. 
Em relação aos enfermeiros, lembrou que o quadro orgânico de um hospital prevê não menos que 150 e que nenhuma unidade da província tem esse número, o que “cria sérios constrangimentos”.  A província tem 131 unidades sanitárias.
Quanto aos recursos humanos referiu estar esperançado que o problema seja resolvido em breve.

Hospital sanatório

O hospital sanatório, no quilómetro 13, arredores de Ndalatando, entra em funcionamento no início do próximo mês. A unidade sanitária, construída de raiz e que pode ter internados 40 pacientes, tem, entre outras dependências, consultório médico, enfermarias para homem e mulheres e laboratório de análises.

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