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Província do Kwanza-Norte necessita de fiscais florestais

Manuel Fontoura | Ndalatando

O Kwanza-Norte necessita, pelo menos, de mais 70 fiscais para poder combater a exploração ilegal de madeira e a caça furtiva, disse, ao Jornal de Angola, o chefe de brigada do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) naquela província.

Alunos do Instituto Médio Agrário de Ndalatando sensibilizados para preservar o ambiente
Fotografia: Nilo Mateus|Ndalatamdo

O Kwanza-Norte necessita, pelo menos, de mais 70 fiscais para poder combater a exploração ilegal de madeira e a caça furtiva, disse, ao Jornal de Angola, o chefe de brigada do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) naquela província.
Guilherme da Costa afirmou que o Kwanza-Norte tem somente 12 fiscais e que, ainda por cima, apenas cinco estão em actividade e que os outros ou estão doentes ou com idade avançadas.
A província tem três reservas florestais de 55, 40 e 100 mil hectares no Golungo Alto, Ambaca e Lucala e quatro viveiros, um no último daqueles municípios e os outros em Cazengo e Cambambe.
A exploração da madeira no Kwanza-Norte era, até há 2010, de cerca de 26 mil metros cúbicos por ano, mas dados do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) revelam que estava aquém das potencialidades da província.
O vice-ministro da Agricultura para o sector florestal, que esteve dois dias no Kwanza-Norte, lembrou que foram criadas escolas de formação de fiscais
“Com a entrara em funcionamento do projecto de formação profissional de fiscais florestais e de homens para transformar todos os recursos que encontramos nas florestas, julgamos que o país vai ultrapassar muitas barreiras relacionadas com a fiscalização e banalização dos recursos”, disse o vice-ministro André Moda.
O vice-ministro da Agricultura visitou, no Lucala, a futura escola de formação de fiscais florestais, o horto-botânico do Quilombo e o Instituto Médio Agrário.

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