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Quiculungo forma técnicos para fomentar a agricultura

Marcelo Manuel| Quiculungo

O município de Quiculungo, na província de Cuanza Norte, vai passar a formar, nos próximos dias, técnicos agrários, no quadro do fomento à agricultura, curso a ser ministrado pelo centro de formação profissional local, aberto quinta-feira.

O curso de técnicas agrárias vai ter uma duração de nove meses, estando o arranque da formação previsto para breve, tão logo a instituição receba o professor-formador da referida área.
Inaugurado pelo ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), Pitra Neto, o centro de formação profissional está vocacionado para administrar cursos de informática, pastelaria e cozinha e corte e costura.
A instituição, tutelada pelo MAPTSS, vai beneficiar as comunidades de Quiculungo, principalmente jovens mulheres da Congregação Católica do Santíssimo Salvador.
Localizado a um quilómetro da sede municipal de Quiculungo, o centro tem quatro salas de aula, com capacidade para dez alunos cada, gabinetes do director-geral e do seu adjunto, secretaria geral e sala de reuniões. A directora do centro de formação, Marta Jeremias, explicou que os cursos de pastelaria e cozinha têm a duração de quatro meses e os de corte e costura vão durar um ano. A responsável realçou que a Congregação Santíssimo Salvador de Quiculungo existe desde 1980 e possui um internato com capacidade para 40 crianças e jovens do sexo feminino, com idades entre os sete e os 20 anos.
O internato da congregação, que ministra aulas do ensino primário à 13ª classe, beneficiou de obras de reabilitação e de apetrechamento pelo Governo central.
O governador provincial do Cuanza Norte, José Maria dos Santos, apelou aos jovens para fazerem um melhor aproveitamento dos cursos disponíveis pelo centro, para que os mesmos tenham maior facilidade e capacidade para conseguirem o primeiro emprego.
Pitra Neto avançou que a formação profissional da juventude consta dos principais objectivos do Governo angolano, por forma a dar resposta ao défice de mão-de-obra existente a nível das comunidades.

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