Províncias

Redes de água e energia são reforçadas no Lucala

Manuel Fontoura |Cela

A sede do município do Lucala, no Kwanza-Norte, é abastecida de energia eléctrica através de uma linha de baixa tensão de 30 KVA, proveniente da subestação de Ndalatando que é alimentada pelas barragens de Cambambe e Capanda.

A sede do município do Lucala, no Kwanza-Norte, é abastecida de energia eléctrica através de uma linha de baixa tensão de 30 KVA, proveniente da subestação de Ndalatando que é alimentada pelas barragens de Cambambe e Capanda.
No casco urbano, oito dos 11 bairros já consomem energia eléctrica. Em carteira está a extensão da corrente eléctrica para os três bairros em falta.
Relativamente ao abastecimento de água potável, cerca de 85 por cento da população já tem acesso à rede e estão a ser construídos chafarizes e lavandarias.
Em Kiangombe, única comuna do município, foram construídos cinco chafarizes e quatro lavandarias nos bairros de Matamba, Coio e Dualumbi. Está em curso a construção de três outros nos bairros Cabaça e Comandante Ataque.
A Administração Municipal do Lucala construiu e apetrechou uma cozinha e uma lavandaria no hospital municipal, um depósito de medicamentos, além de ter reabilitado e apetrechado quatro postos médicos, dois dispensários de tuberculose, quatro escolas do ensino primário e uma do primeiro ciclo do ensino secundário. Também foram construídas casas para o administrador municipal e o seu adjunto.
No município, a administração tem vindo a realizar ciclos de formação de quadros nos mais variados domínios e contratou duas empresas de limpeza. Em termos de medicamentos, o abastecimento é normal. O único problema prende-se com a falta de uma ambulância para transportar os doentes graves da sede do município para o hospital central de Ndalatando.
No sector da agricultura, a Administração Municipal adquiriu uma carrinha e dois tractores, com reboques para apoiar o sector agrário. Há falta de sementes e ferramentas para desenvolver a actividade no campo. O ano agrícola no município do Lucala estará melhor servido, com a disponibilidade de 166 hectraes de terras, mas o grande problemas, segundos os agricultores, prende-se com a falta de inputs e sementes.
Os camponeses associados tudo estão a fazer para ultrapassar a situação ainda nos próximos tempos.

Tempo

Multimédia