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Samba Cajú tem novas infra-estruturas

André Brandão | Samba Cajú

Um novo sistema de abastecimento de água potável, depósito de medicamentos e uma casa mortuária com gavetas vão ser inaugurados brevemente na vila de Samba Cajú, garantiu o administrador local, Mateus Garcia.

Infra-estruturas estão a ser construídas no âmbito do Programa de Combate à Pobreza
Fotografia: Jornal de Angola

As infra-estruturas foram construídas no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural e Combate à Pobreza.
“Estão em fase de conclusão uma escola do I ciclo no bairro Muloco, um posto de saúde no Cazondo, a construção do depósito de medicamentos e a casa mortuária, assim como a reabilitação e ampliação do palácio municipal”, esclareceu Mateus Garcia.
A administração vai ainda construir um centro médico na localidade de Pambos-de-Sonhe, restaurar a casa da administradora municipal adjunta e construir um mercado com maior dimensão.

Energia e águas

Apesar de a sede municipal de Samba Cajú ser servida em energia eléctrica a partir da barragem hidroeléctrica de Capanda, ainda existem localidades, como Samba Lucala, Mussabu, Uiangombe, Tadi I e II e Zundu que aguardam a expansão da rede eléctrica.
Nesta altura, apenas 300 pessoas beneficiam de energia eléctrica e decorre o levantamento das condições das residências para facilitar a expansão da rede a todos os bairros do município. O sistema de distribuição diária de água à vila já foi reabilitado e encontra-se em fase experimental, garantiu Mateus Garcia, prometendo mais melhorias com a conclusão, em Julho, de uma barragem para sustentar a antiga captação.
Depois de reconhecer que a maior parte da população ainda não consome água potável, referiu que o governo está a trabalhar num programa para servir todos os bairros através de ligações domiciliares. O projecto de construção de fogos habitacionais, no bairro Camavu, arredores de Samba Cajú, está muito atrasado e apenas estão prontas, até agora, 52 casas, das 200 previstas, para este município.
“Nesta altura, os empreiteiros deviam ter, no mínimo, construído cerca de 90 casas, a exemplo dos municípios de Lucala e Golungo Alto, pois o acesso a partir de Ndalatando está totalmente melhorado”, referiu Mateus Garcia. Assim que estiverem concluídas as 200 casas, os primeiros beneficiários vão ser os jovens casais, pessoas da terceira idade e alguns funcionários da administração municipal e técnicos de Planeamento, Educação e Saúde.

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