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Saúde tem défice em diversas áreas

Marcelo Manuel| Ndalatando

A escassez de meios e médicos especializados, o mau estado de conservação da estrutura do Hospital Central de Ndalatando, ausência de verbas para a gestão do Sanatório do Quilómetro Onze e alguns centros municipais de referência são  alguns dos problemas que o sector da Saúde enfrenta no Cuanza-Norte.

Hospital de Ndalatando com estruturas antigas
Fotografia: Nilo Mateus | Ndalatando | Edições Novembro

A nova responsável da Saúde na província manifestou-se preocupada  com o desvio de medicamentos em algumas unidades sanitárias.
Filomena Wilson disse que o hospital provincial carece dos principais serviços exigidos pela Organização Mundial de Saúde e regista o descontentamento de muitos quadros por falta de promoções e actualizações de categorias.Por esta razão, disse Filomena Wilson, torna-se difícil a humanização dos serviços no sector. Filomena Wilson acrescentou  que a maior unidade sanitária da região funciona sem as especialidades de fisioterapia, estomatologia, urologia, cardiologia, neurologia e oftalmologia.  O Cuanza-Norte conta com 139 unidades sanitárias, com 1.050 camas disponíveis, 912 enfermeiros e 98 médicos, dos quais 52 nacionais.

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