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Sistema de distribuição de água pronto a inaugurar em Cambondo

Isidoro Natalício | Ndalatando

O sistema de captação, tratamento e distribuição de água da comuna de Cambondo, 16 quilometros a leste do Golungo Alto, vai ser inaugurado no próximo dia 4 de Fevereiro. O administrador municipal, Cirilo Mateus, referiu que a captação fica no rio Luinha e está dotada de bombas, incluindo alternativas, gerador de energia eléctrica e uma arrecadação para produtos químicos.

O sistema de captação, tratamento e distribuição de água da comuna de Cambondo, 16 quilometros a leste do Golungo Alto, vai ser inaugurado no próximo dia 4 de Fevereiro. O administrador municipal, Cirilo Mateus, referiu que a captação fica no rio Luinha e está dotada de bombas, incluindo alternativas, gerador de energia eléctrica e uma arrecadação para produtos químicos.
A conduta é em PVC e tem dez quilómetros de extensão. Tem uma estação elevatória para distribuição de água por gravidade com capacidade para 60 metros cúbicos, cinco chafarizes distribuídos pela periferia e ligações domiciliares.
O administrador Cirilo Mateus disse que depois de Cambondo, o melhoramento da rede da comuna da Cerca foi inscrito no Programa de Investimentos Públicos (PIP).
O fornecimento de água no município do Golungo Alto vai melhorar como resultado do investimento de 40 milhões de Kwanzas, no quadro do Programa Água para Todos, disse Cirilo Mateus.
O administrador salientou que estão contempladas novas perfurações em diferentes zonas e decorrem outras na aldeia de Canaúlo vai três chafarizes. Também vão ser feitas perfurações na sede municipal e nos bairros Tunda Sange e Bomba. As empreitadas têm fim previsto para o mês Março. Cirilo Mateus informou que estão em curso estudos para a captação de água no rio Zenza, que abrangem a conduta com extensão de 25 quilómetros, a central de armazenamento, tratamento e a rede de distribuição.  Este projecto está a cargo da Secretaria de Estado das Águas. Situação do sector A situação actual do sector, disse Cirilo Mateus, caracteriza-se pela ausência da distribuição domiciliar e paralisação de alguns fontanários, devido à escassez de água provocada pela seca e redução nas fontes de Cangungo e Cacole.  Cirilo Mateus disse que a fonte de Cacole e os fontenários estão a ser afectados pela estiagem, pelo que o recurso é o transporte de água em camiões cisternas.
O administrador referiu que o aumento do consumo também agravou a situação, uma vez que o Golungo Alto tem 18.000 habitantes e a rede de distribuição de água foi concebida para 2.000 pessoas.

Elefantes fazem estragos

Produtos do campo estão a escassear, na comuna de Quilombo Kiaputu, 16 quilómetros a leste do Golungo Alto, devido à estiagem e à acção de elefantes, disseram os habitantes locais. Manuel de Sousa Buanzángala disse que os animais engolem bananeiras, devastam os campos de milho, devoram as mandioqueiras, destroem palmeiras e tudo o que encontram na sua rota. As lavras dos bairros de Sende, Kiluange e Bungo são as mais afectadas pela acção dos elefantes. Para além de Golungo Alto, nos últimos cinco anos, os elefantes têm provocado estragos nos municípios de Ngonguembo e Banga.

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