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Técnicos agrários recebem formação no Kwanza-Norte

Silvino Fortunato | Ndalatando

Mais de 80 quadros de agronomia recebem, desde terça-feira até ao dia 27, em Ndalatando, formação sobre noções elementares e de extensão rural.

Mais de 80 quadros de agronomia recebem, desde terça-feira até ao dia 27, em Ndalatando, formação sobre noções elementares e de extensão rural. 
A acção formativa, promovida pelo Instituto de Desenvolvimento Rural (IDA), tem a participação de quadros de Luanda, Kwanza-Norte, Malange, Huambo e Uíge, além de técnicos do próprio IDA e da UNACA.
Temas sobre a visão estratégica e organizacional do IDA, papel e características do extensionista, gestão das associações e cooperativas, sistema de funcionamento dos mercados e importância das feiras agropecuárias são matérias em análise no seminário.
O director-geral adjunto do IDA declarou que a formação tem o propósito assegurar a assistência dos camponeses em todo o país, tendo em conta as tarefas preparatórias do ano agrícola 2011/2012.
A acção formativa, referiu, é uma oportunidade para a consolidação dos conhecimentos académicos adquiridos pelos formados em agronomia. “Os formandos estão a adquirir noções básicas sobre a extensão rural e o objectivo é criar, cada vez mais, condições que assegurem o trabalho relacionado com a assistência técnica, organização das comunidades e outras tarefas que visam potenciar a agricultura familiar”, frisou Miguel Pereira.
A presença de jovens formados em agronomia revela o interesse em aprofundarem conhecimentos científicos, disse, salientando que o empenho dos formandos corresponde aos anseios do sector, com o objectivo de aproximar os técnicos das comunidades.Além de conhecimentos técnicos sobre agronomia obtidos durante a formação académica, os formandos passam a estar dotados de conhecimentos ligados às comunidade, o que lhes permite obter o mínimo de noções para o cumprimento das grandes linhas de trabalho.
O vice-governador para o sector Económico disse esperar empenho e dedicação dos formandos para os conhecimentos adquiridos serem catalisadores no processo de relançamento da produção agrícola na província.
“Os desafios do sector agrário passam, necessariamente, pela reabilitação da capacidade produtiva e pela melhoria dos serviços sociais das comunidades rurais”, afirmou Abreu da Silva.
Os conhecimentos adquiridos, disse, são factores imprescindíveis para a obtenção de resultados seguros na luta pela redução do desemprego, pelo aumento da produção interna, restabelecimento dos circuitos mercantis e da melhoria gradual das condições de vida das populações.

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