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Vila de Samba-Cajú celebra centenário

A Vila de Samba-Cajú, sede do município com o mesmo nome, na província do Kwanza-Norte celebra hoje um século, desde que ascendeu àquela categoria, a 1 de Agosto de 1911. 

Uma vista da capital do Kwanza-Norte
Fotografia: Jornal de Angola

A Vila de Samba-Cajú, sede do município com o mesmo nome, na província do Kwanza-Norte celebra hoje um século, desde que ascendeu àquela categoria, a 1 de Agosto de 1911. 
A história reza que Samba-Cajú é terra pertencente ao reino do Ndongo, formada pela migração de povos oriundos do Norte e Sul de Angola. A sua designação deriva da aglutinação dos nomes dos rios Samba e Cajú, que convergem na localidade.
Em 1911 foi elevada à categoria de vila, factor que provocou o seu desenvolvimento económico, com o início da abertura de numerosos campos agrícolas, com realce para o cultivo de café.
O fornecimento de energia eléctrica gerada pela barragem hidroeléctrica de Kapanda e distribuída a partir de uma subestação instalada na localidade de Pambo de Sonhe é, segundo o administrador municipal João António Leitão, a mola que poderá impulsionar a industrialização da região e estimular o progresso.
Situada a 104 quilómetros a Nordeste de Ndalatando (sede da província do Kwanza-Norte, é limitada a Norte pelo sector de Pambo de Sonhe, a Leste pelo Mussabo, a Sul pela comuna de Samba-Lucala e a Oeste pelo sector de Quidulo.
Com uma população estimada em 23.700 habitantes, dos 30.489 que compõem o município,  na sua maioria camponesa, tem como origem as zonas de Mbaka, Lenge, Hungo, Khadi. A língua predominante é o kimbundo.
A vila é constituída por cinco bairros: Quatro de Fevereiro, Havemos de Voltar, Kilamba Kiaxi, Kamavo e Golome.

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