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Administração do Sumbe trava construções anárquicas

A Administração Municipal do Sumbe está apostada no combate às construções anárquicas, afirmou  o administrador-adjunto, Carlos Armando.
Em declarações à imprensa, o responsável adiantou que um dos grandes objectivos da administração local é fazer com que se diminua o número de construções anárquicas em zonas de risco e alguns bairros periféricos da cidade.

As construções anárquicas no Sumbe têm os dias contados
Fotografia: Benjamin Cândido| Edições de Novembro

Referiu que o seu pelouro tem levado a cabo um trabalho de loteamento no município, visando “acabar com as construções em zonas de risco,  dar mais dignidade, confiança e segurança às pessoas que pretendem construir”, através da concessão de terrenos para a construção dirigida.
“Temos  muitas solicitações de cedência de terrenos a nível dos munícipes, mas, para tal, temos primeiro que preparar as condições de espaço, para que as pessoas não venham a ter problemas no futuro, à semelhança dos casos de desabamento de terra em vários bairros da cidade”, frisou o administrador.
Segundo o  administrador adjunto do município do Sumbe, os cidadãos que não cumprirem com os requisitos ou pressupostos exigidos, para a construção de uma residência a nível do município, deverão ver embargadas as suas obras.
 Apelou a todos que pretendem   obter uma parcela de terra para a construção de residência a dirigirem-se à administração, de modo
a obterem explicações detalhadas sobre os requisitos de construção.
“Precisamos, com o apoio das igrejas e autoridades tradicionais, redobrar as acções de sensibilização nas comunidades, para que os cidadãos saibam as consequências ao construir casas nas zonas de risco”, concluiu Carlos Armando, administrador adjunto do município do Sumbe, onde decorrem várias acções de impacto social, para melhorar a qualidade de vida da população e a imagem da região.

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