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Alfabetização e aceleração escolar em balanço

Victor Pedro | Sumbe

Um encontro de reflexão e avaliação do programa de alfabetização e aceleração escolar (PAAE), no âmbito da reforma educativa, reuniu na sexta-feira, no Sumbe, província do Kwanza-Sul, directores, chefes de repartições, formadores e supervisores de educação.

Participantes no encontro onde foi feita a avaliação do programa de alfabetização
Fotografia: Victor Pedro | Sumbe

Um encontro de reflexão e avaliação do programa de alfabetização e aceleração escolar (PAAE), no âmbito da reforma educativa, reuniu na sexta-feira, no Sumbe, província do Kwanza-Sul, directores, chefes de repartições, formadores e supervisores de educação.
A representante do UNICEF, Paulina Feijó, disse que este encontro surge no momento oportuno para fazer o palanco de todo o trabalho que o Ministério da Educação e seus parceiros têm levado a cabo, no sentido da erradicação do analfabetismo no seio da comunidade.   Segundo ela, este encontro de reflexão sobre o PAAE vai permitir ter noções do caminho que está a ser trilhado, assim como traçar novas estratégias para o prosseguimento do programa, visto a província do Kwanza-Sul se encontrar em fase experimental e com este evento abrirem-se perspectivas na expansão e divulgação das metas para dar continuidade ao programa noutras regiões do país.
O director provincial da Educação, Ciência e Tecnologia, José Pedro Sabino Veríssimo, disse que a avaliação do PAAE na província surgiu para materializar as estratégias de relançamento da alfabetização e a recuperação do atraso escolar.
O responsável referiu que o mesmo vai oferecer linhas de acção que renovam a política nacional e as iniciativas de alfabetização de jovens e adultos, que por várias razões não puderam frequentar ou concluir o ensino primário, devido à idade adequada, de acordo com lei de base do sistema de educação nº 13/2001. Sublinhou que a recuperação do atraso escolar destinado a jovens e adultos visa a melhoria da aprendizagem de alunos do ensino primário e secundário com idade inadequada para frequentarem as classes em que estudam e caracteriza-se por responder aos imperativos de assegurar o prosseguimento dos estudos, desenvolver competências cognitivas e fortalecer a auto-estima.
José Sabino Pedro Veríssimo adiantou que o programa teve o seu início a nível da província do Kwanza-Sul em 2007, na altura com a formação de seis formadores nacionais, alargando a equipa para 12 formadores locais, cuja missão é garantir o ensino de qualidade. Actualmente, o programa funciona com a cobertura global dos12 municípios da província.

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