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Áreas de lazer carecem de reabilitação

Luís Pedro |Sumbe

A cidade do Sumbe, capital da província do Kwanza-Sul, é detentora de um enorme potencial turístico, que muito pode contribuir para o desenvolvimento da economia e cultura da região.

A cidade do Sumbe, capital da província do Kwanza-Sul, é detentora de um enorme potencial turístico, que muito pode contribuir para o desenvolvimento da economia e cultura da região.
No açude do Sassa, área turística abandonada, foi projectada uma minihídrica, que funcionou nos anos 60 e fornecia energia eléctrica à Fazenda Boaventurança, pertencente à CADA.
Este ponto turístico, localizado nos arredores da cidade do Sumbe, apresenta actualmente uma imagem desoladora.
Ainda assim, aos fins-de-semana, vários turistas frequentam o local. A gruta da Jata, praia dos namorados, Gonga, do rio Keve e a sua foz são outros exemplos de degradação de locais turísticos que, mesmo assim, continuam a receber muitos visitantes.
 O município do Sumbe possui outros locais turísticos interessantes que carecem de recuperação e reabilitação, como a praia do Kicombo, a baía do Sumbe, as salinas e o largo das Misses.
A cachoeira do Binga, a 35 quilómetros do Sumbe, na estrada que liga ao município do Amboim (Gabela), é a única zona turística que sofreu obras de restauro. O responsável da área, Augusto António Neto, disse à nossa reportagem que a localização das cachoeiras do Binga permite que a zona receba, nos dias úteis, turistas para um conhecimento mais profundo e para tirar fotografias.
A frequência é maior neste período que se avizinha, principalmente aos fins-de-semana, onde mais de três mil turistas procuram conhecer a cachoeira do Binga.
Augusto Neto referiu que nesta altura a cachoeira carece de infra-estruturas fixas e apropriadas para permitir o angariamento de fundos para a sua sustentabilidade.

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