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Assinado protocolo para reabilitação do sistema de abastecimento de água

Carlos Bastos | Sumbe

O governo da província do Kwanza-Sul assinou recentemente um protocolo com a sucursal angolana da empresa técnica especial de exploração TSE para a reabilitação da primeira fase do sistema de captação, tratamento e abastecimento de água potável da cidade do Sumbe, orçada em 2,2 milhões de dólares norte-americanos.

Obras incluem infra-estruturas do sector das águas e aquisição de equipamentos
Fotografia: Carlos Bastos

O governo da província do Kwanza-Sul assinou recentemente um protocolo com a sucursal angolana da empresa técnica especial de exploração TSE para a reabilitação da primeira fase do sistema de captação, tratamento e abastecimento de água potável da cidade do Sumbe, orçada em 2,2 milhões de dólares norte-americanos.
O acordo, rubricado pelo vice-governador para a área técnica e infra-estruturas, Augusto Neto Sakongo, e pelo representante da TSE, Fernando Abreu, na presença de responsáveis do Ministério de Energia e Águas, prevê o fornecimento dos equipamentos e a recuperação das infra-estruturas de abastecimento de água da capital do Kwanza-Sul.
Com a reabilitação, o sistema de abastecimento de água passa de 50 para 100 metros cúbicos por hora.
Augusto Neto Sakongo referiu na oportunidade que o programa “Água para todos” está a melhorar as condições de vida das populações, reduzindo as doenças causadas pelo consumo de água imprópria. “O Executivo angolano implementa estratégias de combate à pobreza, com programas virados para o desenvolvimento das comunidades periféricas e rurais”, disse.
Por sua vez, o chefe de departamento da direcção nacional de abastecimento de água do Ministério da Energia e Águas, António Quaresma, sublinhou que o empreiteiro tem o prazo de 180 dias para instalar o seu estaleiro, para realizar a obra no prazo acordado. António Quaresma referiu que o Ministério está a preparar um amplo programa de ampliação do sistema de abastecimento, com a construção de uma nova estação de captação e tratamento de água, bem como redes de distribuição e saneamento das águas residuais, num projecto que tem a parceria do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). O responsável frisou que este programa melhora a qualidade de vida, visto que a população passa a consumir água de qualidade em maiores quantidades e beneficia os sectores da economia.

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