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Autoridades municipais recebem formação

Victor Pedro | Sumbe

Administradores municipais adjuntos da província do Cuanza Sul receberam novos conhecimentos sobre gestão e planificação do desenvolvimento local, depois de terem participado num ciclo de formação realizado no Sumbe.  

Administradores com novas técnicas para melhor gerirem os programas de desenvolvimento
Fotografia: Fernando Camilo

Promovido pelo Instituto de Formação Administrativa Local (IFAL), em parceria com o Governo Provincial e o Fundo de Apoio Social (FAS), o ciclo de 12 dias foi subdivido em dois módulos sobre administração local do Estado e planificação do desenvolvimento local.
O primeiro desenvolveu temas como o regime jurídico e tutelar administrativo, as normas e procedimentos administrativos, delimitações e competências e as transgressões administrativas.
O segundo abordou o planeamento e desenvolvimento económico local e social, indicadores do desenvolvimento, desenvolvimento sustentável, planeamento e ordenamento do território.
Os participantes congratularam-se com a realização da iniciativa que, segundo eles, permitiu actualizar os conhecimentos sobre a administração do Estado e a planificação do desenvolvimento local.
Os administradores municipais adjuntos reconheceram a necessidade de formação periódica para que os serviços prestados à população atinjam a qualidade desejada, tendo manifestado disponibilidade para fazer cumprir todas as deliberações que a lei impõe.
O director regional do IFAL, Cipriano Lialunga, disse tratar-se de uma formação dirigida aos quadros da Administração Pública do Estado, por ser uma prioridade do Executivo, no âmbito das reformas administrativas que tem vindo a implementar.
Cipriano Lialunga acrescentou que é importante reflectir sobre as leis que regulamentam as boas práticas, que devem ser aplicadas pela administração do Estado. O responsável do IFAL sublinhou que as acções formativas tornam os gestores públicos mais competentes, com reflexos na qualidade da prestação de serviços às populações.
“Pretendemos que os gestores exerçam práticas adequadas ao actual contexto, nos vários capítulos, como a racionalização dos recursos, prestação de contas e os cumprimentos das acções prioritárias das comunidades, de forma que o cidadão se sinta bem e melhor servido”, sublinhou.

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