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Casos de fuga à paternidade estão a aumentar

Victor Pedro | Sumbe

Os casos de fuga à paternidade têm vindo a dificultar o trabalho do Instituto Nacional da Criança, uma vez que o objectivo desta instituição é lutar contra a violência e a exploração da criança a todos os níveis, disse na sexta-feira, à Rádio Nacional de Angola, o director provincial do INAC do Kwanza-Sul, Correia Palanga Bongue.

Os casos de fuga à paternidade têm vindo a dificultar o trabalho do Instituto Nacional da Criança, uma vez que o objectivo desta instituição é lutar contra a violência e a exploração da criança a todos os níveis, disse na sexta-feira, à Rádio Nacional de Angola, o director provincial do INAC do Kwanza-Sul, Correia Palanga Bongue.
 Em entrevista concedida no Dia do Pai, Correia Bongue referiu que os maus-tratos que as crianças vivem no seio das famílias vão torná-las frágeis e até, nalguns casos, obrigá-las a fugir de casa, à procura do sossego que não encontram nas respectivas famílias. Esta fuga permite aos criminosos e demais malfeitores explorá-las, porque elas se tornam vulneráveis e optam por deambular pelas ruas.
 Para o responsável do INAC, os pais têm a obrigação de assumir as suas responsabilidades, para que “tenhamos uma sociedade saudável”, já que as crianças são o futuro de um país.
Em Angola, elas são prioridade absoluta, afirmou, aproveitando a oportunidade para pedir aos órgãos judiciais que sejam intolerantes para com os responsáveis pelos abusos contra menores.

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