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Comunidades da Cela recebem novas escolas

Manuel Tomás| e Engrácia Camilo| Sumbe

A população de Waku Kungo, município da Cela, vai dispor em breve de uma escola para o ensino secundário e um posto médico, no âmbito de um programa levado a cabo, desde a semana finda, pela Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo “Tocoísta”.

Igreja Tocoísta quer ajudar as autoridades a melhorar o sistema de ensino na província
Fotografia: José Soares

Além da escola do ensino médio, com 12 salas, e da unidade clínica, a Igreja Tocoísta está a construir ainda um campo polidesportivo e um orfanato.
Os tocoístas deram igualmente início à construção de um complexo religioso, empreendimento que vai custar oito milhões de dólares e fica concluído dente de um ano e meio.
O empreiteiro Pedro Carlos Pinto disse que as obras vão ser executadas de forma faseada. Primeiro arranca a construção da igreja e da escola, depois o posto médico e residências.
O líder mundial da Igreja Tocoísta, D. Afonso Nunes, sublinhou que a construção do templo e das infra-estruturas de impacto social visa dar condições condignas aos crentes e contribuir para o programa do Executivo de erradicação da fome e da pobreza.O bispo Afonso Nunes salientou que o clima de paz reinante no país promove espaços para que cada cidadão e as instituições possam ajudar no desenvolvimento da Nação, daí a participação da igreja.
“Na qualidade de parceiros do Executivo, nós devemos dar a nossa comparticipação com acções de carácter social, especialmente nos projectos ligados à agropecuária, no sentido de reduzir o número de pessoas assoladas pela fome e a pobreza”.

Encontro com presos

Fiéis da Igreja de Jesus Cristo no Mundo, no quadro das jornadas das comemorações do aniversário da congregação religiosa, visitaram a unidade penitenciária do Sumbe e ofereceram bens alimentares e higiénicos aos reclusos.O chefe administrativo e das finanças da unidade penitenciária, Manuel João Monteiro, louvou o gesto da Igreja Tocoísta, salientando que os produtos entregues vão ajudar a minimizar as carências com que se debatem os reclusos.

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