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Comunidades do Bango com melhor assistência

Casimiro José| Seles

As comunidades do Bango, no município do Seles, dispõem, desde sexta-feira, de um posto de saúde totalmente reabilitado, para garantir uma assistência mais eficaz.

Serviços de Saúde próximos da população
Fotografia: Casimiro José

Além da inauguração do posto de saúde, foi igualmente posta à disposição a casa do enfermeiro. Construídos no âmbito do Programa dos Cuidados Primários de Saúde, a entrada em funcionamento do posto de saúde e da casa para o enfermeiro marcaram o início das actividades enquadradas nas comemorações do 38º aniversário da Independência Nacional.
As obras de reabilitação, que decorreram durante 90 dias, custaram aos cofres do Estado cerca de 6,5 milhões de kwanzas.
O empreendimento dispõe de salas de consultas de medicina, pediatria, ginecologia e farmácia, e capacidade para atender os 18.708 habitantes das comunidades de Bango, Cayele, Chimbango, Quimbala, Monte Alto e Catingo.
O administrador municipal do Seles, João Nunes, disse que a reabertura do centro é resultado da aposta que as autoridades locais têm feito na melhoria da assistência médica e medicamentosa às populações.
“A concretização do projecto de reabilitação deste posto de saúde enche-nos de alegria, uma vez que vai propiciar um atendimento mais digno às populações”, referiu. O coordenador do Programa de Combate à Pobreza do município do Seles, Francisco de Figueiredo Júnior, disse que o Governo do Kwanza-Sul continua a apostar na aproximação dos serviços de assistência às populações, cumprindo as orientações do Executivo.
Este tipo de acções vai estender-se a outros domínios da vida social, para que as populações tenham uma vida com mais qualidade. O soba da regedoria do Bango, Francisco Machado, disse estar satisfeito com a concretização destes projectos de impacto social, que vão mudar a vida das populações, até aqui obrigadas a percorrer 13 quilómetros para terem acesso às consultas na sede municipal. A autoridade tradicional pediu, apesar disso, aos responsáveis governamentais para resolverem a questão da água potável, porque “sem água não há saúde”.

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