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Defendida lavagem das mãos

Victor Pedro | Porto Amboim

Pais e encarregados de educação da província do Cuanza Sul foram aconselhados a educarem os filhos a adquirirem o hábito da lavagem das mãos com água e sabão antes e depois das refeições, no sentido de evitarem doenças ou outros tipos de contaminação. 

O apelo foi feito pelo administrador-adjunto do município de Porto Amboim, José do Espírito Santo, durante o acto que marcou o Dia Mundial da Lavagem das Mãos, assinalado a 15 deste mês.
O administrador realçou que a ideia é evitar a propagação de doenças que resultam de contaminações por falta de higiene ou de limpeza das mãos antes das refeições e considerou fundamental a criação da data que vem despertar a população sobre os cuidados que devem ter para com a higiene, tendo em conta que as crianças são mais vulneráveis e propensas às principais doenças, como diarreicas agudas, gripes e outras contagiosas.
Com base neste pressuposto, José do Espírito Santo disse que o governo da província e o Executivo trabalham no sentido de melhorar a qualidade do fornecimento de água à cidade e outras melhorias, referindo ser fundamental que as famílias e a sociedade em geral ajudem no acompanhamento dos filhos na educação da higiene. “O hábito pela higiene, penso ser de cumprimento obrigatório para todos e com maior realce para as crianças, de modo a que se possa alcançar objectivos que contribuam, de forma significativa, na redução do número de vítimas das doenças que procuram os serviços de saúde diariamente”, precisou.
Na mensagem alusiva ao 15 de Outubro, os alunos saudaram a data por reforçar um dos direitos fundamentais da Constituição que circunscreve a prevenção da vida e da saúde,  e disseram que se pretendeu com isso prevenir as pessoas de doenças contagiosas que advêm da falta de higiene.
Apelaram o envolvimento das comunidades, bairros e aldeias no cumprimento das normas que a data impõe, comprometendo-se a cultivar o hábito e as habilidades de lavar as mãos com água e sabão, bem como contribuírem para a divulgação e conservação destas mesmas normas, por forma a evitar doenças e até mesmo a morte.
Carlos Queirós de Sousa, que falou em representação do director provincial da Educação, Ciência e Tecnologia, defendeu a importância da higiene das mãos, como garante da saúde do homem, por constituir uma das partes do corpo humano que toma contacto com objectos, através das actividades diárias.

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