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Destruídas toneladas de produtos expirados

Manuel Tomás |Sumbe

A direcção provincial de inspecção e investigação das actividades económicas do Kwanza-Sul destruiu, em Porto Amboim, 6 mil e 280 quilogramas de matéria-prima utilizada na fabricação de sumo de goiaba, por se encontrarem fora do prazo de validade.

 

A direcção provincial de inspecção e investigação das actividades económicas do Kwanza-Sul destruiu, em Porto Amboim, 6 mil e 280 quilogramas de matéria-prima utilizada na fabricação de sumo de goiaba, por se encontrarem fora do prazo de validade.
O produto, da indústria “GIASOP”, Sociedade Comercial Agro-Pecuária, situada na povoação de Ngola Lombo, comuna do Kapolo  (Porto Amboim), foi importada a partir da África do Sul e transportada em 30 tambores.
O responsável da área administrativa da empresa, João Manuel, lamentou tanto o incidente quanto o prejuízo causado na inutilização desse produto.
João Manue explicou que a situação ocorreu devido à paralisação, durante mais de quatro meses, da linha de enchimento. Acrescentou que esforços estão a ser feitos para a reparação da linha de enchimento e evitar que  a restante matéria-prima expire.
A fábrica tem capacidade de enchimento diário de 8 mil litros de sumo de frutas diversas, mas, devido a constrangimentos técnicos, a cifra tem sido difícil de alcançar. Ainda assim, a empresa acredita poder duplicar ou triplicar a produção no futuro.
O director provincial de inspecção e investigação das actividades económicas do Kwanza-Sul, Mário Formosa, que presenciou a destruição dos produtos, disse que, desde o princípio do ano, já se registaram 18 crimes de natureza diversa, com maior incidência nos de especulação e os relacionados com a pirataria discográfica.
A autoridade solicitou aos consumidores que colaborem com os órgãos da polícia económica na denúncia de agentes que estejam a comercializar produtos fora do prazo. Aos comerciantes, o director provincial de inspecção e investigação das actividades económicas do Kwanza-Sul pediu o cumprimento da legislação vigente neste domínio, para não incorrerem em crimes que atentem à saúde pública.

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