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Directora da creche do Sumbe pede apoio

Victor Pedro | Sumbe

A directora do centro infantil do Sumbe, Guilhermina Gonçalves, pediu na terça-feira às Organizações Não-Governamentais sedeadas na província para se juntarem aos esforços do governo no sentido de proporcionarem uma vida digna às crianças.

A directora do centro infantil do Sumbe, Guilhermina Gonçalves, pediu na terça-feira às Organizações Não-Governamentais sedeadas na província para se juntarem aos esforços do governo no sentido de proporcionarem uma vida digna às crianças.
O apelo foi feito no Centro Infantil “17 de Setembro” do Sumbe, durante a cerimónia de entrega de  brindes, sob o lema “promover o direito da criança é construir Angola”. Guilhermina Gonçalves disse que a falta de apoio, colectivo e singular, condiciona, de certa maneira, a assistência condigna às crianças. Outra situação que preocupa a direcção do centro infantil prende-se com a falta de pessoal qualificado. De acordo com a responsável, são necessários, na primeira fase, dez vigilantes e cinco educadoras.
O administrador do Sumbe, Sebastião Daniel Neto, disse que toda a actividade dirigida às crianças constitui um momento de reflexão sobre os males que têm mutilado o seu crescimento sadio, lembrando que urge a necessidade de a sociedade, sobretudo as famílias, reverem os mecanismos de acção. Salientou, ainda, a criação na província do conselho da criança, como sendo um passo dado em direcção à identificação e resolução dos problemas que afligem as crianças, e apelou para a sociedade no sentido de colaborar para que a referida comissão cumpra o seu papel.

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