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Escola forma professores para comunidades rurais

Casimiro José | Quibala

A escola de formação de professores do futuro, da Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP), do Kwanza-Sul, está a formar, na Quibala, 89 jovens, disse, quarta-feira, ao nosso jornal, o director da instituição.

Muitos jovens estão a aderir aos cursos de formação de professores para as zonas rurais
Fotografia: Casimiro José | Quibala

A escola de formação de professores do futuro, da Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP), do Kwanza-Sul, está a formar, na Quibala, 89 jovens, disse, quarta-feira, ao nosso jornal, o director da instituição.
Os jovens que estão a ser formados, afirmou Jaime de Carvalho, destinam-se ao quadro de professores do ensino primário, tendo em vista as carências verificadas no meio rural. 
Os formandos, provenientes das províncias de Luanda, Benguela, Huambo, Moxico e Zaire e Kwanza-Sul, estão a receber ensinamentos sobre o “mundo no qual vivemos”, “comunicação”, “didáctica de história e de geografia”, “didáctica de português e de matemática”, “noções básicas de economia” e “didáctica de ciências da natureza”.
O curso vai, igualmente, dotar os alunos de conhecimentos de inglês, psicologia, sociologia, educação física e de experiências teóricas e práticas.
Jaime de Carvalho afirmou que a introdução da disciplina “mundo que vivemos” tem o objectivo proporcionar os futuros professores uma visão geral sobre conhecimentos de análise, de comparação das diferentes situações geográficas, históricas, económicas, políticas e “outros assuntos indispensáveis à vida intelectual e profissional”.
Aos candidatos é exigido a 10ª classe para o ingresso na escola de formação. O curso é de três anos, o último dos quais destinado ao estágio. Com uma capacidade instalada para 180 estudantes por curso, a escola de formação de professores do futuro do Kwanza-Sul, tem dez “salas didácticas” e quatro professores.
Os alunos pagam, durante o curso, o equivalente a 550 dólares de propinas.

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