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Escola pré-universitária necessita de laboratórios

Víctor Pedro | Sumbe

A falta de laboratórios é um dos maiores problemas que a escola do II ciclo do ensino secundário do Sumbe, na província do Cuanza Sul, enfrenta, para garantir uma formação completa aos alunos, considerou sexta-feira a directora da instituição de ensino.

As jornadas pedagógicas serviram para os estudantes e professores trocarem experiências
Fotografia: Víctor Pedro | Sumbe

Maria de Fátima Gervásio disse que a falta de laboratórios de Química, Física, Biologia e Geografia prejudica os alunos que terminam a formação na especialidade de ciências físicas e biológicas, por não terem experiência prática.Ao falar durante o segundo dia das sétimas jornadas científicas e pedagógicas da instituição, que terminaram ontem, Maria de Fátima Gervásio referiu que há uma necessidade urgente de resolver este problema.
A escola possuiu 58 turmas e 48 salas de aula, mas 12 destas precisam de obras de reabilitação, para permitir o regresso dos alunos que se encontram a estudar, provisoriamente, em outras instituições de ensino.Outra situação apontada pela directora tem a ver com a falta de professores de Inglês, Francês e Educação física. No presente ano lectivo, foram matriculados 951 alunos, o que perfaz um total de 2.357 a frequentar as especialidades de ciências económicas e jurídicas, físicas e biológicas, ciências humanas e empreendedorismo, servidos por 113 professores.
As jornadas científicas e pedagógicas da instituição decorreram sob o lema “Pela Educação Sustentável, Valorizemos a Cultura Científica”, com o objectivo de incentivar a investigação a nível do ensino.A directora escolar sublinhou que as jornadas científicas e pedagógicas serviram para os alunos aliarem os conhecimentos teóricos aos práticos, bem como trocarem experiências com os professores.
Maria de Fátima Gervásio disse que o evento discutiu temas ligados com a escrita e leitura, condutibilidade eléctrica e o uso do computador na saúde.
Foram ainda abordados temas relacionadas com o desenvolvimento nacional, a leitura como factor de interacção humana na comunicação social.

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