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Falta de chuva afectou produção agrícola

Casimiro José | Wako Kungo

A Sociedade de Estudos e Desenvolvimento Industrial, Agrícola e Comercial (SEDIAC), sedeada nos arredores da cidade do Wako Kungo, município da Cela, registou uma baixa na produção de cereais durante a campanha agrícola 2011/2012, devido à irregularidade de chuvas na região.

A sociedade de Estudo Comercial possui uma indústria de transformação do milho em fuba
Fotografia: Jornal de Angola

A Sociedade de Estudos e Desenvolvimento Industrial, Agrícola e Comercial (SEDIAC), sedeada nos arredores da cidade do Wako Kungo, município da Cela, registou uma baixa na produção de cereais durante a campanha agrícola 2011/2012, devido à irregularidade de chuvas na região.
O facto foi revelado ontem ao Jornal de Angola pelo responsável adjunto de operações agrícolas da empresa, Márcio Badaró, que apontou a quebra da produção de feijão como a mais acentuada.
Durante a campanha agrícola, das 13,5 toneladas de milho previstas, apenas foram colhidas 7,5 toneladas e dos 400 hectares planificados para a produção do feijão, a colheita foi nula, devido a seca. />Em relação aos demais produtos, o responsável sublinhou que tiveram o mesmo destino, e das 2,5 toneladas de soja previstas a colheita cifrou-se em 1,3, faltando o girassol, que se encontra em vésperas de colheita. Localizada na região do Wako Kungo desde 2004, a SEDIAC possui uma extensão de 2.500 hectares e explora outros 800 em regime de arrendamento. A sociedade está vocacionada para a produção de cereais e leguminosas, e tem 145 trabalhadores efectivos.  Possui ainda uma indústria de transformação do milho em fuba. Para o armazenamento dos produtos, foram construídos sete silos com capacidade para 1,8 toneladas cada, enquanto um outro, denominado “Bonança”, armazena 14 mil toneladas.

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