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Famílias residentes em zonas de risco beneficiam de terreno para construção

Victor Pedro| Sumbe

Várias famílias que residem em zonas de risco ou próximo das valas de drenagem das águas pluviais, nos arredores da cidade do Sumbe, em breve têm acesso a terrenos nas duas reservas fundiárias identificadas para a construção dirigida de residências, no âmbito do Plano Nacional de Habitação.

Construção dirigida de residências no âmbito do Plano Nacional de Habitação
Fotografia: Fernando Camilo| Sumbe

Várias famílias que residem em zonas de risco ou próximo das valas de drenagem das águas pluviais, nos arredores da cidade do Sumbe, em breve têm acesso a terrenos nas duas reservas fundiárias identificadas para a construção dirigida de residências, no âmbito do Plano Nacional de Habitação.
O facto foi revelado segunda-feira no Sumbe pelo administrador municipal, Sebastião Daniel Neto, no termo de uma visita inserida no levantamento topográfico e reordenamento das duas áreas identificadas das reservas fundiárias do município, onde está prevista a construção de mil residências.
O administrador disse que as famílias contempladas nas reservas fundiárias são aquelas cujas habitações são demolidas, de forma a facilitar os trabalhos das empresas de construção a quem foram adjudicadas as obras de construção das referidas habitações do modelo T 2 e T 3, independentemente das condições e dimensões da casa que for demolida.
Sebastião Daniel Neto disse que apesar de ter terminado o prazo para aquisição de um terreno numa das reservas fundiárias, os cidadãos interessados numa parcela para construção dirigida devem dirigir um pedido à administração municipal através de um requerimento onde constam todos os dados pessoais, para em fase posterior ser abrangido.
O administrador mostrou-se insatisfeito com a atitude pouco digna de muitos munícipes que continuam a destruir o bem público, fazendo alusão a uma rotura efectuada ilicitamente na tubagem de distribuição de água potável ao bairro do Chingo.
O responsável apelou aos cidadãos para evitar actos do género, que mancham a imagem do Executivo, que tudo tem feito para minimizar os principais problemas que ainda afectam a população e pediu também aos técnicos do Instituto Nacional de Ordenamento do Território e Instituto Geógrafo Cadastral de Angola a serem mais céleres na estruturação deste processo.
A visita, enquadrada na requalificação a que o município está a ser submetido, contou com a presença de uma equipa constituída por técnicos locais do Instituto Nacional de Ordenamento do Território, Instituto Geográfico e Cadastral de Angola e das Obras Públicas.

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