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Finalistas da Faculdade de Medicina convidados a trabalhar na região

Casimiro José|Sumbe

Finalistas da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto estão na província do Kwanza-Sul, até ao próximo sábado, para analisarem as possibilidades de emprego, a convite da Direcção provincial da saúde, do Conselho Provincial da Juventude e a Liga de Desporto, Cultura e Ambiente.

Província conta com mais técnicos superiores que vão ajudar a desenvolver em todos os sectores
Fotografia: Casimiro José

Finalistas da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto estão na província do Kwanza-Sul, até ao próximo sábado, para analisarem as possibilidades de emprego, a convite da Direcção provincial da saúde, do Conselho Provincial da Juventude e a Liga de Desporto, Cultura e Ambiente.
 Durante a sua estada na província, os 14 estudantes vão deslocar-se aos municípios do Seles, Porto Amboim, Amboim (Gabela), Cela e Libolo onde vão verificar a realidade das unidades de saúde e manter contactos com as autoridades da província a fim de estudarem as modalidades de ingresso no ramo da saúde.
 No encontro realizado na sala de conferências das direcções provinciais, o director da saúde, Adão Castelo, fez um resumo da situação sanitária da província, que é caracterizada por um défice de médicos.
 O director da Saúde revelou que das 12 vagas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde ao Kwanza-Sul, apenas responderam três médicos, uma cifra muito aquém das necessidades. Os finalistas de Medicina quiseram saber de questões ligadas aos cursos de especialização, formação contínua e critérios de acesso.
Adão Castelo referiu que em muitos municípios da província foram construídas casas para acomodar os médicos e hospitais e centros de saúde.
Segundo o director provincial da Saúde, as áreas de atendimento que mais necessitam de médicos são as de clínica geral, pediatria e maternidade.
 Josefina Marcelo, de 30 anos, disse ao Jornal de Angola que aceitou o convite da Direcção Provincial da Saúde do Kwanza-Sul porque quer começar uma carreira médica assim que conclua o curso.
Julião Narciso, também integrante da caravana, é de opinião que “a iniciativa das autoridades da província do Kwanza-Sul, de convidar finalistas dos diversos cursos, deve ser extensiva a outras do nosso país, como forma dos jovens formados identificarem o mercado do emprego”.

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