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Finalistas têm emprego

CASIMIRO JOSÉ| Wako-Kungo

O Instituto Médio Agrário do Wako-Kungo (IMA), localizado a cinco quilómetros da sede do município da Cela, no Kwanza-Sul, recebeu este ano lectivo 216 novos alunos que se juntaram aos 450 já existentes, desde o início das aulas naquele estabelecimento de ensino técnico-profissiona,l em 2008.

O Instituto Médio Agrário do Wako-Kungo (IMA), localizado a cinco quilómetros da sede do município da Cela, no Kwanza-Sul, recebeu este ano lectivo 216 novos alunos que se juntaram aos 450 já existentes, desde o início das aulas naquele estabelecimento de ensino técnico-profissiona,l em 2008.
 De acordo com o director-geral da instituição, Luís João Francisco, no Instituto Médio Agrário da Cela (IMA), o período lectivo compreende três anos e são ministrados dois cursos médios, designadamente, Produção Animal e Produção Vegetal, e três cursos básicos virados para auxiliares de mecanização agrícola, de produção animal e vegetal, respectivamente.
O director do IMA da Cela disse ao Jornal de Angola que o rendimento escolar dos alunos é considerado positivo, estando na ordem de 83 por cento, resultante das avaliações periódicas efectuadas.
Luís João Francisco manifestou orgulho pelo facto de, no fim do presente ano lectivo, os 60 finalistas, entre níveis básico e médio, estarem prontos para ingressar no mercado de trabalho, verificando-se uma grande oferta de oportunidades por parte das empresas Gesterra, accionista maioritário da Sediac e do Programa Aldeia Nova do ramo agro-pecuária e industrial sedeadas no município da Cela.
“Estamos muito orgulhosos com os resultados que estão a ser produzidos pelo instituto e, prova disso, é o facto de no fim do presente ano lectivo irmos disponibilizar, ao mercado do trabalho, 60 finalistas. O nosso maior entusiasmo é que muitas empresas já solicitaram os nossos quadros”, frisou.
Construído em 2007, pelo Governo angolano, no quadro do programa de reconstrução nacional, o IMA tem capacidade para formar 1.050 alunos por turno e está implantado numa superfície de 28,4 hectares, sendo 23,9 destinados à actividade agro-pecuária.
As principais contrariedades da instituição prendem-se com a falta de água canalizada e corrente eléctrica pública, recorrendo-se aos sistemas alternativos, como cisternas para transporte de água e grupos geradores.

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