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Gabela tem novo centro médico

MANUEL TOMÁS|Sumbe

Um centro médico, construído de raiz, foi inaugurado neste fim-de-semana, no bairro da Aricanga, na Gabela, Kwanza-Sul, pelo vice-governador local para a área Económica e Social, Mateus de Brito.

População do bairro Aricanga vai passar a ter melhor assistência médica
Fotografia: Jornal de Angola

Um centro médico, construído de raiz, foi inaugurado neste fim-de-semana, no bairro da Aricanga, na Gabela, Kwanza-Sul, pelo vice-governador local para a área Económica e Social, Mateus de Brito.
Com 14 camas para internamento, a nova unidade sanitária, que custou aos cofres do Estado cerca de 22 milhões de kwanzas, vai prestar serviços nas áreas da pediatria, ginecologia, aconselhamento e testagem de VIH/Sida.
O director provincial do Kwanza-Sul da Saúde, Adão Castelo, anunciou que existe um programa a nível do sector que visa a construção de unidades sanitárias em todos os municípios, fundamentalmente naquelas localidades desprovidas de centros e postos médicos.
Estas acções visam aumentar a cobertura sanitária da província, prevendo-se a construção, nos próximos tempos, de mais 50 postos de saúde, que vão associar-se às outras 145 unidades sanitárias já existentes em toda a província.
Adão Castelo garantiu que, semanalmente, um médico será enviado àquele centro e a outras unidades sanitárias, para que as pessoas que acorrem às consultas possam ser assistidas adequadamente. Simultaneamente, os pacientes vão receber os medicamentos de que necessitarem para tratamento das complicações que forem apresentadas aos técnicos. Serão envidados esforços para que se evitem roturas de stocks, realçou o director provincial.

Reacção dos populares

António José, morador do bairro da Aricanga, reconheceu os esforços do Governo na construção de infra-estruturas de impacto social nas zonas periféricas, no âmbito do programa de melhoria e aumento da oferta de serviços à população .
Disse, nesse contexto, que a construção do referido centro vai ajudar a minimizar os problemas das populações da zona, que eram obrigadas a percorrer grandes distâncias para usufruir de assistência médica no hospital regional da Gabela.

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