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Governador satisfeito com as obras

Victor Pedro | Sumbe

O governador do Cuanza Sul, Eusébio de Brito Teixeira, considerou positivas as obras de requalificação da cidade do Sumbe, tendo afirmado que já são visíveis as transformações que permitem uma circulação cómoda e o bem-estar dos munícipes.

Eusébio de Brito Teixeira visitou as infra-estruturas e ficou impressionado com o que viu
Fotografia: Victor Pedro|Sumbe

O governante realçou o esforço do Executivo que, de forma faseada, tem criado condições que visam a resolução dos problemas básicos da população, satisfazendo as suas principais necessidades.
Eusébio de Brito Teixeira anunciou que a província tem em carteira, para os próximos tempos, muitas acções viradas para a construção de diversas infra-estruturas, que vão oferecer outra imagem à região, entre as quais as obras de requalificação da nova marginal do Sumbe.
O governador apelou a população a preservar os bens públicos e exortou os empreiteiros a executarem as obras com perfeição e a cumprirem os prazos contratuais.
Na segunda fase de requalificação das cidades do Sumbe, Gabela e Porto Amboim, que começa em breve, vai ser dada prioridade às zonas críticas. As obras, a cargo da  construtora Brasileira Odebrecht, ficam concluídas em Dezembro próximo.
O presidente da Odebrecht, António Carlos Blando, visitou recentemente as referidas localidades, na companhia do director nacional das infra-estruturas públicas do Ministério da Construção, José Paulo Kai, e uma equipa de engenheiros e técnicos do mesmo Ministério.
No Porto Amboim, os trabalhos estão a incidir prioritariamente nos canais que conduzem as águas para o mar, bem como nas zonas que servem de barreira para impedir que o mar alcance a costa. De acordo com António Carlos Blando, com a alocação financeira feita pelo Executivo central, na ordem dos 130 milhões de dólares, as condições estão criadas para o arranque dos trabalhos nas três cidades, que vão contemplar a urbanização, arruamentos, construção de lancis, iluminação pública, macro drenagem, entre outros trabalhos.
A construtora Odebrecht emprega, nestes trabalhos de requalificação das três cidades, 400 jovens angolanos envolvidos directamente e cerca de dez engenheiros estrangeiros que  orientam todos os trabalhos.
O director nacional das infra-estruturas públicas, José Paulo Kai, sublinhou que a presença de um órgão do Ministério da Construção serve para testemunhar o lançamento de mais uma etapa, assim como fazer cumprir as vias legais que constam na legislação do sector, que defende que  a execução física deve acompanhar a disponibilidade financeira.
Para ele, com este instrumento jurídico, o Executivo vai, de forma faseada, acabar com o antigo processo onde se registavam atrasos nos pagamentos das empreitadas e no cumprimento dos prazos estabelecidos.
Acrescentou que a sua visita serviu para constatar o andamento das obras e para interagir com o governo local no sentido de melhor planificar e priorizar as acções a serem executadas.

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