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Hábito pela leitura e escrita é incentivado no Cuanza Sul

Victor Pedro | Sumbe

O presidente da Associação dos Bibliotecários do Sumbe exortou ontem aos pais e encarregados de educação a sensibilizarem os seus educandos a criarem o hábito pela leitura e escrita, afluindo às bibliotecas existentes para aumentarem os conhecimentos.

Estudantes criam o hábito pela leitura
Fotografia: Jaimagem.com

Albino Caetano, que falava durante o acto de tomada de posse dos membros da Associação dos Bibliotecários do Sumbe, afirmou que os progenitores devem ser exemplo dos filhos, o que, no seu entender, vai ajudar o desenvolvimento da sua vida estudantil das crianças.
“A criação desta associação surge num momento oportuno, porquanto é notável a perda considerável do hábito de leitura e de escrita por parte das crianças, adultos, pais e encarregados de educação, o que começa a constituir um problema para a sociedade actual, como também para futuras gerações”, disse Albino Caetano.
Albino Caetano explicou  que o principal objectivo da associação é facultar ferramentas apropriadas para o uso frequente do livro, promover os valores socioculturais e facilitar o acesso à utilização das bibliotecas nas escolas.
Para Albino Caetano, os lares da terceira idade e centros infantis devem igualmente merecer a atenção da associação, com a injecção de obras literárias.
A associação prevê criar um clube de leitura para despertar o interesse dos jovens, disse o presidente da Associação dos Bibliotecários do Sumbe, para quem outras iniciativas vão surgir, tais como realização de encontros de interacção entre estudantes, realização de concursos de leitura e grafia, como também a promoção de feiras de livros.
O administrador municipal do Sumbe, Manuel da Silva, referiu que a criação da associação é oportuna, porque ela tem uma missão acrescida, pois que vai trabalhar de forma directa com as instituições públicas, escolas e creches, “permitindo assim que no futuro tenhamos uma sociedade mais esclarecida e instruída, com capacidade de intervir e fazer o uso correcto dos acervos bibliográficos existentes na cidade”.

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