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Igrejas ilegais na região são encerradas em breve

casimiro josé | Sumbe

As118 confissões religiosas não reconhecidas que desenvolvem actividade no Cuanza Sul tem até sexta-feira de se legalizarem, anunciou, no Sumbe, a vice-governadora  provincial para o sector político e social num encontro com líderes daquelas organizações.

Responsáveis de igrejas no Cuanza Sul têm até sexta-feira para legalizar as instituições
Fotografia: Fernando camilo| Sumbe

Maria de Lourdes Veiga referiu que o Estado angolano protege as igrejas que actuam de acordo com a Constituição, mas que a proliferação de seitas é uma ameaça à paz e à solidariedade entre angolanos. “A proliferação de seitas religiosas começa a preocupar o Estado, na medida em que muitos dos seus líderes, em nome de Deus, procuram enganar os fiéis e tirar proveitos pessoais”, declarou. A delegada provincial da Justiça disse que a primeira fase do processo, que já decorre, se destina a elucidar os interessados sobre as formas de legalizarem das igrejas, o que requer, entre outras obrigações, cem mil assinaturas.
Tatiana da Silva avisou que os  que insistirem na prática de cultos sem autorização incorrem no crime de desobediência passível de penas até seis meses de prisão efectiva, além de multas.  Sumbe, Amboim, Porto Amboim e da Cela são os conselhos do Cuanza Sul com maior número de organizações religiosas ilegais.

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