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Instituto apreende madeira

Carlos Bastos | Sumbe

O Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) na província  do Kwanza-Sul apreendeu, durante uma micro-operação nos municípios do Amboim e Conda, 1.971 tábuas de madeira, mil vigas, 84 barrotes e 22 toros, que se encontravam em posse de madeireiros ilegais, num total de 250 metros cúbicos de madeira cerrada.

O IDF está a tomar medidas no sentido de impedir a exploração ilegal da madeira na província
Fotografia: AFP

O chefe de divisão e fiscalização do Instituto, Fernando Magalhães, disse que a sua instituição vai prosseguir com esta operação em toda a província, com vista a desencorajar os exploradores ilegais de madeira.
As pessoas que queiram exercer este tipo de actividade devem em primeira instância, legalizar-se junto do IDF, para não serem sancionados, de acordo com a lei em vigor no país.
“A exploração de madeira é um crime punível por lei, daí aconselharmos as pessoas que se dedicam a esta actividade a seguirem os trâmites legais, de acordo com as orientações da instituição. A exploração da madeira deve ser feita de forma a preservar as florestas”, advertiu o responsável.
Neste contexto, alertou os exploradores ilegais de madeira na província a desistirem, sob pena de serem processados judicialmente.
 A medida destina-se a disciplinar os exploradores de madeira sem licença e a pôr cobro à prática desordenada de garimpo de madeira na região.Fernando Magalhães reconheceu que a maior parte dos exploradores de madeira vêm de outras províncias, como Luanda e Benguela.
A falta de fiscais e de viaturas para o sector, com vista a contrapor a prática da actividade ilícita, tanto da exploração de madeira como da caça furtiva, compromete toda a acção. O IDF procura fazer a sua parte e os êxitos têm sido alcançados graças à colaboração da população, concluiu.

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