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Instituto de Petróleos introduz novos cursos

Manuel Tomás | Sumbe

O Instituto Nacional de Petróleos (INP), localizado nos arredores do Sumbe, no Kwanza-Sul, prevê, neste ano lectivo, introduzir novos cursos no ensino médio, na área de instrumentação, refinação, gás, geologia e operadores de petróleos.

O Instituto Nacional de Petróleos (INP), localizado nos arredores do Sumbe, no Kwanza-Sul, prevê, neste ano lectivo, introduzir novos cursos no ensino médio, na área de instrumentação, refinação, gás, geologia e operadores de petróleos.
O director-geral do INP, Domingos Francisco, garantiu que estão a ser cuidadosamente criadas todas as condições para o arranque do ano lectivo, a nível de formação média técnica, evitando contrariedades de ordem material ou técnica. Para este ano lectivo estão disponíveis 150 vagas para o ensino médio. A formação superior vai arrancar apenas em 2012 estando as instalações em fase de construção. A duração dos cursos superiores é de três anos.
Relativamente ao corpo docente, o responsável adiantou que está a ser preparado o já existente, mas o instituto optou por formar os melhores estudantes para assegurar as aulas. “Com a anuência do Ministério dos Petróleos, três finalistas beneficiaram de uma acção formativa na África do Sul e outros oito encontram-se numa das universidades dos Estados Unidos da América com o mesmo objectivo.
Domingos Francisco frisou que a intenção é melhorar as condições, porque pretende “um ensino bastante profissionalizado, que não seja teórico, razão pela qual foi rubricado um contrato com o Instituto Argelino de Petróleos”, no âmbito do reforço das relações no domínio da formação, naquele país, de quadros angolanos no ramo da indústria petrolífera.
O embaixador da Argélia acreditado em Angola, Kamel Boughaba, que chefiou a delegação argelina, disse que este acordo de cooperação é fruto da longa amizade existente entre os dois países, com realce para o domínio dos petróleos. “São vários os especialistas e engenheiros angolanos que se formaram na Argélia”, disse.
O diplomata frisou que a cooperação com o INP vem sendo implementada há longos anos e tem contribuído para o processo da angolanização da indústria dos petróleos.
Por sua vez o director geral do INP, Domingos Francisco, salientou que “o acordo vai permitir a formação dos docentes, dotando-os de ferramentas necessárias para a formação profissional”. O memorando, explicou, abrange as áreas da assistência técnica, formação, elaboração dos currículos, entre outras.

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