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Instituto de Petróleos melhora qualidade

Victor Pedro | Sumbe

O Instituto Nacional de Petróleos (INP) vai apostar na especialização tecnológica de professores para melhorar a qualidade de ensino, disse, em conferência de imprensa, o seu subdirector pedagógico.

O Instituto Nacional de Petróleos (INP) vai apostar na especialização tecnológica de professores para melhorar a qualidade de ensino, disse, em conferência de imprensa, o seu subdirector pedagógico.
Alegria Raul afirmou que o objectivo é adequar o quadro docente à realidade do sector e corresponder à dinâmica da conjuntura internacional.
“Temos de dotar o Instituto Nacional de Petróleos com instrumentos e procedimentos que possam proporcionar a elevação dos níveis de competência e qualificação profissional, aliado às novas tecnologias que carecem de actualização permanente”, frisou.
O INP, desde que foi criado em 1983, preparou para o mercado de trabalho 4305 indivíduos, entre os quais 173 no ano passado. Este ano lectivo tem 274 alunos.
O INP ministra cursos técnicos de geologia petrolífera, minas, perfuração e produção, processamento de gás, refinação, instrumentação petrolífera e mecânica de instalação e de formação profissional de instrumentação, electricidade industrial, mecânica de manutenção, operadores de produção, de refinaria, mecânica de frio e inglês.
O INP, o único do género em Angola, que tem 61 professores, um número considerado insuficiente em função dos programas e dos projectos em curso, vai passar a dispor de biblioteca, 11 laboratórios dos 18 previstos para aulas praticas e secretaria pedagógica.
Neste momento estão a ser preparadas as bases para o início do curso superior profissionalizante, que aguarda apenas pela aprovação do Ministério do Ensino Superior e Tecnologia.  INP  aposta na construção de sistema de captação.

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