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Instituto Politécnico e governo assinam acordo de cooperação

Casimiro José | Sumbe

Um acordo de cooperação, no domínio da investigação científica, foi assinado ontem, na cidade do Sumbe, entre o Instituto Superior Politécnico do Kwanza-Sul da Universidade Katiavala Bwila e a Direcção Provincial de Saúde.

Um acordo de cooperação, no domínio da investigação científica, foi assinado ontem, na cidade do Sumbe, entre o Instituto Superior Politécnico do Kwanza-Sul da Universidade Katiavala Bwila e a Direcção Provincial de Saúde.
O protocolo foi rubricado pelo director do Instituto, Octávio Spínola, e pelo responsável da Saúde, Abreu Undongo e o documento visa o estabelecimento de uma plataforma de cooperação entre os dois organismos, nas áreas ligadas ao desenvolvimento do Ensino Superior.O acordo vai permitir a utilização das unidades sanitárias, sob tutela da Direcção Provincial de Saúde, para fins académicos e para a investigação científica e tecnológica.O aconselhamento em aspectos organizativos nas áreas da formação comum, a participação do pessoal médico e especialista na docência, realização de estudos e projectos de investigação e desenvolvimento conjunto e intercâmbio de informações são outras questões previstas no acordo.
O director provincial de Saúde, Abreu Undongo, manifestou interesse em ver concretizado o acordo, tendo garantido a colaboração da instituição na formação de quadros sanitários, a fim de que possam contribuir para o melhoramento da qualidade do sistema de saúde na província.O director do Instituto Superior Politécnico, Octávio Spínola, considerou a assinatura do memorando como uma resposta aos problemas mais prementes que têm surgido a nível da comunidade estudantil, principalmente os ligados à interligação do aprendizado teórico e a actividade prática.
A instituição contempla, pela primeira vez, no seu plano curricular, no ano académico de 2011, o curso de enfermagem, com duas turmas, destinadas à formação de quadros, tendo em conta a necessidade do alargamento da rede sanitária às zonas mais recônditas.
A formação dos quadros, disse, o director do Instituto Superior,  está a ser assegurada por docentes angolanos e cubanos.

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