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Jovens formados em artes e ofícios

Victor Pedro | Sumbe

A província do Cuanza Sul conta com mais mestres de artes e ofícios. Dos 1.318 inicialmente matriculados, 1.014 concluíram com êxito mais uma acção formativa, de nove meses, no centro de formação de Cuacra, localizado na comuna da Gangula, município do Sumbe.

Os novos mestres de artes e ofícios foram aconselhados a aplicarem com dedicação e profissionalismo tudo o que aprenderam
Fotografia: Victor Pedro | Sumbe

Durante a acção formativa foram ministrados cursos nas especialidades de alvenaria, carpintaria, mecânica auto, frio, canalização, electricidade de baixa e alta tensão, decoração, serralharia, corte e costura, culinária, pastelaria e informática.
O director provincial da Educação, Ciências e Tecnologia, Francisco Júnior, em representação do Governador Provincial, disse que a formação profissional constitui um dos mais importantes requisitos para combater o desemprego e também elemento fundamental para equilibrar a competitividade de qualquer economia.
Francisco Júnior referiu que a sociedade exige do homem muitas responsabilidades, por este facto ele deve estar preparado para responder, de forma positiva e criativa, aos desafios, mostrando a sua responsabilidade, competência técnica e profissional, com o uso das ferramentas de trabalho à sua disposição. O director provincial da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Francisco Jamba, destacou a importância dos centros de formação técnica e profissional, como via rápida e eficaz para diminuir a carência de quadros e aumentar o número de técnicos angolanos qualificados, para dar resposta às necessidade actuais do país. O Executivo materializa uma das grandes preocupações que o país enfrenta e em particular a classe juvenil, para o acesso ao primeiro emprego. Exortou os formandos a empenharem-se e serem responsáveis nas profissões que vão desempenhar, afim de dignificarem os conhecimentos adquiridos no centro, lembrando que muitos jovens gostavam de passar por uma formação do género.
Os formandos elogiaram a maneira como os formadores ministraram a formação, durante nove meses, o que permitiu a obtenção de conhecimentos e de novas experiências.
Pediram à direcção do centro de formação para melhorar as condições sociais, de forma a facilitar o processo de ensino e o aumento de cursos.

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