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Lavras de algodão é a nova aposta de camponeses

Famílias camponesas da comuna de Ngangula, no município do Sumbe, mostraram-se, ontem, ansiosos com o início da produção de algodão nas áreas da Quipela e Capango.

Produção agrícola está a ser diversificada
Fotografia: Francisco Bernardo

Almirante Pedro, produtor de algodão há 35 anos, disse que o relançamento da produção do algodão  permite a diversificação da economia, o funcionamento da indústria têxtil no país e a requalificação das aldeias.
“A população está habituada a produzir algodão e outras culturas de rendimento, como milho e feijão, por isso anseiam pelo início da produção”, disse Almirante Pedro.
José Camilo, também agricultor, disse que o renascimento da cultura do algodão na província desempenha um papel fundamental na diversificação da economia e no aumento da qualidade de vida de muitas famílias.
Avaliado em mais de 30 milhões de dólares, o projecto  dá trabalho a 1.914 famílias camponesas. A sua execução está a cargo das empresas Samsung Corporation e Honil Engeneering e Construction.
Antes de 1975, a província do Cuanza Sul era a segunda maior região angolana na produção do algodão, com uma área cultivável de 41.700 hectares.
A última campanha agrícola de algodão na região realizou-se em 1999-2000, numa área de 3. 650 hectares, tendo resultado na colheita de 500 toneladas.

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